Archives novembro 2018

Arquivo Legião por Ana Paula Ulrich Tavares – ARTIUM 02

Tempo de leitura: < 1 minuto

Foto: Arquivo pessoal.

Os fãs da banda Legião Urbana sempre foram carentes de material inédito, seja por falta de interesse ou brigas entre as partes que administram o espólio. Com isso, muitos fãs da banda fizeram o que é uma prática comum entre os fãs de grandes bandas como Beatles, Nirvana, entre outras: Sair a caça de material raro.

Nos tempos da extinta rede social Orkut, comunidades eram criadas com a tentativa de compartilhar esse tipo de material, geralmente gravado por fãs em shows da banda ou matérias de TVs antigas etc.

Foi partindo desse princípio que Michel Bermudes levou essa ideia para outras redes sociais. “A ideia de criar uma página dedicada a Legião Urbana e ao Renato, surgiu da necessidade de dividir com outros fãs, áudios fotos e vídeos pouco acessíveis da banda.

O Arquivo Legião nasceu primeiramente no Instagram seguido do Facebook, You tube, Twitter, Tumblr e Flickr…

O nome ”Arquivo” justamente sugere a ideia inicial da página de trazer materiais raros e pouco acessíveis” – Michel Bermudes

Foi assim, que há poucos anos entrava no ar, uma das ideias mais interessantes relativa a banda mais amada do Brasil.

A página no Facebook já conta com mais de 32 mil curtidas (até o fechamento dessa matéria) e é seguida além de, por fãs ardorosos que amam materiais raros, como também por músicos e personalidades que fizeram parte da história da banda ou não.

 

GILBERTO BARROS – ARTIUM 02

Tempo de leitura: < 1 minuto

Foto: Wel Calandria.

Tem muita gente que só conheceu o Leão quando o programa “Leão Livre” foi ao ar na Rede Record. O que na realidade poucos sabem é que o Gilberto também tem uma longa escola na televisão brasileira. Gilberto Barros iniciou sua carreira como Jornalista na Rede Globo de Bauru e foi apresentador de vários programas regionais na área de telejornalismo, durante dez anos.

Antes mesmo de comandar o programa “Leão Livre” que o projetou nacionalmente, Gilberto apresentou outros dois desafios diários na Tv Record: o programa “Disque Record” – programa jornalístico que entrava no ar próximo do horário do almoço onde Gilberto lidava com os problemas diários da população de São Paulo e região e o “Cidade Alerta”, na mesma linha de telejornalismo com início no final da tarde.
Em 1999, Gilberto Barros substituiu o apresentador Ratinho no polêmico programa “Leão Livre”, que causou repercussão na mídia por mostrar quadros fortes, a realidade nua e crua do sofrido povo brasileiro. Este programa aproximou Gilberto Barros mais ainda do povo.

Apesar de forte, o programa foi o desafio e a prova da capacidade de Gilberto de segurar por mais de duas horas um programa diário, fixando definitivamente a imagem de Gilberto Barros como um dos grandes apresentadores da televisão brasileira.

O programa “Quarta Total” trouxe grandes novidades para os telespectadores por ser o primeiro com gincanas. O perfil do show atingiu telespectadores de todas as idades e principalmente os jovens e as crianças (os sukatinhas, como se refere carinhosamente às crianças). Daí por diante,

ENXOVAL DE BEBÊS NOS EUA PRISCILA GOLDENBERG PERSONAL SHOPPER – ARTIUM 02

Tempo de leitura: 2 minutos

Foto: Arquivo pessoal.

Nos primeiros mêses de gravidez meu marido e eu fomos para Miami fazer o enxoval do nosso bebê, compramos só o que precisaríamos até os primeiros mêses, pois logo iríamos mudar para os EUA, então não fazia sentido comprar todo enxoval, levar para o Brasil e trazer de volta. Quando mudamos, comecei a pensar em alguma coisa que eu tivesse flexibilidade de horários já que meu filho tinha apenas três mêses, nesse período, eu passeava bastante nas lojas de bebês para ver as novidades, e foi nessas andanças, que encontrei brasileiros perdidos nas lojas com um monte de listas nas mãos. Sempre fui muito observadora e comunicativa, me aproximei do casal e falei, olha sou mãe brasileira e estou morando aqui já a um tempo, vocês estão precisando de alguma coisa, posso ajudá-los? E fiquei ajudando e, terminadas as compras fui para casa super feliz, duas ou três semanas depois a mesma cena se repetiu, aí na segunda vez que ajudei, me deu aquele estalo, sabe ta aí, eu já encontrei dois brasileiros perdidos nas lojas não sabendo comprar, pode ser que tenha mais brasileiros na mesma situação, porque não abrir uma empresa de consultoria? Tomamos todas as providências necessárias: fizemos um site, divulguei aos amigos em SP e em seguida consegui o primeiro cliente, e daí em diante começaram as indicações de boca em boca o trabalho foi crescendo. Um ano depois, eu não dava conta de atender sozinha e convidei pessoas para trabalhar comigo. A equipe foi crescendo em Miami, depois surgiu a oportunidade de abrir em Orlando, Nova York, Los Angeles e fui para Paris, tudo por conta da demanda dos clientes que entram em contato comigo pedindo ajuda. Fui a pioneira deste segmento aqui nos Estados Unidos para os brasileiros, e graças a Deus hoje temos o nosso trabalho reconhecido. Já atendemos mais de 2.500 famílias do Brasil todo, e também brasileiras que moram em outros países, como Dubai, China, Portugal, Bolívia, México entre outros. Fui também a pioneira em escrever o primeiro livro com o tema O Guia de Enxoval do Bebê nos EUA – Dicas e Segredos da Maior Especialista em compras em Miami, Orlando e Nova York publicado em 2014.

A primeira lâmpada elétrica Rúbia Fernanda Barbosa – ARTIUM 02

Tempo de leitura: 2 minutos

Foto: Arquivo pessoal.

Algumas datas são muito importantes no decorrer do desenvolvimento da iluminação. Em 1807 houve a primeira iluminação pública a gás na Inglaterra, no Brasil a primeira iluminação pública também a gás no Rio de Janeiro foi a mando de Barão de Mauá numa única rua em homenagem a sua esposa pelo dia de seu aniversário. Muitos fatos antecedem aos fatos mais importantes a meu ver, da invenção da iluminação artificial e a primeira lâmpada, mas em 1845 Joseph Swan entra nesta história como um estudante de 17 anos na plateia de uma conferência onde Willian Staite como grande inventor antes dele apresentou sua invenção, uma lâmpada de filamento metálico, causando um enorme interesse em desenvolver suas experiências com a proposta de melhorar a invenção, Swan conseguiu criar filamentos muito finos de carbono e flexíveis, para isso ele utilizou tiras e serpentinas de papel impregnados em alcatrão e melaço, tudo colocado numa massa de pó de carvão e aquecido num cadinho de argila refractária, e aperfeiçoando esta técnica alguns anos depois ele já conseguirá espirais muito mais resistentes. Dando continuação em suas experiências ele utiliza garrafas para bloquear a entrada de ar e uma bateria como energia, onde encontrou sua grande barreira, na época não existia uma forma de energia barata. Nas épocas posteriores houve o desenvolvimento dessas baterias que possibilitaram a utilização de até dez lâmpadas ao mesmo tempo, porém ainda muito longe da grande inversão que aconteceu depois da utilização de uma bomba pneumática ele conseguirá retirar todo o ar de dentro do bulbo realizando a apresentação de sua grande invenção em 18 de dezembro de 1878. Porém Swan não registrou sua patente não achando necessário, e foi ultrapassado por Thomas Edison que conseguira uma patente americana de um ano para desenvolver e aprimorar esta grande invenção em 10 de novembro de 1879.
Desde então com a produção de energia elétrica e a invenção da primeira lâmpada incandescente a indústria teve uma aceleração no design de luminárias, sendo as primeiras produções no estilo de candeeiros extremamente sofisticados como os criadores Jean Perzel (1860-1945) e René Lalique (1860-1945) com bronze e o alabastro para clientes de elite.

 

´´Arte?! Mas é possível no Brasil?!´´ POR: MARINA RODRIGUES – ARTIUM 02

Tempo de leitura: < 1 minuto

Foto: Thito Strambi

Eu estava exatamente ali, num local público, criando a minha Tape Art (Arte voltada para decoração com o uso de fitas adesivas), até que o homem com expressão duvidosa, que não tirava os olhos, me chamou e perguntou: ´´Que lindo! Mas você consegue ganhar dinheiro com arte?´´ Gaguejei, e mesmo que houvesse uma resposta pronta, uma nuvem de debates choveu na minha mente nos últimos quatro dias.

Foi no início de 2000, onde 33% das galerias deram seus primeiros passos no Brasil. Apesar de ser bem recente comparado por exemplo com a Itália e Estados Unidos, o País acompanha um crescimento gradativo nos últimos anos. Hoje, a média de crescimento dos negócios é expressa em 27,5%, sendo que pintura, fotografia e escultura são os tipos de obra preferidos entre os colecionadores (estrangeiros ou não). Grande parte delas centralizadas em São Paulo, e outros 29% no Rio de Janeiro.

A arte brasileira é conhecida internacionalmente não só pela sua originalidade e criatividade, mas principalmente pela sua qualidade. De uns tempo para cá, estamos vendo preços exorbitantes serem pagos por obras de artistas. Um dos responsáveis por esse crescimento, a SP-Arte, colocou o Brasil na lista dos países com as melhores feiras do mundo!

Vamos estampar? Isadora Stein – ARTIUM 02

Tempo de leitura: 2 minutos

Fotos: Teresinha Stein

Sou formada em design e trabalho com a área de superfícies (estampas) à quatro anos. Senti fascinação pelo mundo da estamparia quando vi que é possível criar algo e eternizar fazendo a impressão em diversos materiais. Sempre fui apaixonada por cores e por elementos da natureza e trabalho com pintura desde pequena. Então resolvi juntar todas as minhas paixões que envolve a arte e criei uma técnica inovadora. Todas as minhas estampas são em 3D. Isto é: Tem profundidade e movimento. Isso que eu sempre busquei, dar aspecto de vivacidade as criações. Esse feito acontece ao fotografar elementos da natureza e misturar minhas pinturas abstratas. Com elas é possível estampar materiais como: Couro, Courinho, MDF, Porcelanatos, Ladrilho Hidráulico, Vidro, Tecidos, entre outros.
Digo que apenas alguns detalhes fazem toda a diferença na decoração. Aí que se encaixam os objetos estampados. Após a escolha do material podemos criar peças bem divertidas e modernas como: Almofadas e quadros para a sala, sousplats, jogos americanos para a cozinha e até mesmo uma linha de cama bem colorida para o quarto, tudo depende da criatividade do meu cliente. Faço coleções e peças para arquitetos, decoradores, fábricas e marcas.
Uma das linhas que mais gosto de trabalhar é a de porcelanatos. Reproduzo com tinta o efeito de Mármore, madeira e oxidação. (Crio para fábricas de porcelanatos e peças exclusivas para o público final).
Agradeço por ser convidada a criar já à dois anos para a Casa Cor RS. No primeiro ano criei um quadro todo em 3D e sousplats com estampa abstrata que lembrava o universo e a lua, referência que combinava com o ambiente futurista do espaço. Neste ano criei um efeito de oxidação com misturas de tinta em um vitral de três mts de largura. Foi incrível!
Para finalizar acredito que sempre podemos usar a criatividade e estampar praticamente tudo! Para quem quiser acompanhar meu trabalho, tirar dúvidas e trocar ideias deixo os meus contatos.

Decorando a mesa com rolhas Bruna Bittecourt – ARTIUM 02

Tempo de leitura: < 1 minuto

Foto: Arquivo pessoal.

A maioria das pessoas que eu conheço que apreciam vinhos, costumam guardar suas rolhas, e a maioria das pessoas que eu conheço que gostam de cozinhar, também gostam de arrumar a mesa para servir a refeição feita com tanto capricho!
Sendo assim, as rolhas que geralmente dispomos em vasos ou quadros para decorar nossas casas, também podem nos ajudar na composição de uma linda mesa posta.

Vamos ver como um item tão simples pode tornar uma mesa aconchegante e especial?!

Separei duas opções para você se inspirar!

Eu adoro fazer esse “castiçal”: Basta colocar as rolhas dentro de uma taça, apoiar na mesa e posicionar uma vela em cima. Causa um super efeito na mesa utilizando coisas que normalmente temos em casa.

A mesa completa eu arrumei com dois desses “castiçais”, um vasinho – que na verdade era um vidro de azeite de oliva (guardar vidros charmosos também é uma super dica!) – com ervas frescas, bolas de galhos secos e mais algumas velas.