Meu novo álbum ‘Roundtrip’ está disponível em todos os lugares! https://smarturl.it/roundtrip-album “COVERS & NEW VERSIONS, VOL.1”, incluindo esta música junto com “With Or Without You”, “We Will Rock You”, “Wind of Change” e muitas outras agora disponíveis em todas as lojas digitais!
Muito obrigado ao meu amigo e ao incrível guitarrista brasileiro Eduardo Agni pela idéia de usar esse pauzinho como um arco, que é tão divertido de fazer! https: //www.youtube.com/watch? v = E8tp7 …
Olga Korogodskaya: Cossaco é um estado de alma. Este é Will,
Honor. Os cossacos são a parte mais apaixonada do nosso povo.
Artium: Com quantos anos você começou a manejar a shashka?
Olga Korogodskaya: A partir dos 14 anos, há 22 anos que
treino regularmente com a shashka.
Artium: Você já foi uma dublê?
Olga Korogodskaya: Sim.
Artium: Conte-me um pouco sobre sua carreira como dublê?
Olga Korogodskaya: Cheguei a Moscou em 2012, porque queria
me tornar uma dublê. Desde os 14 anos, estou envolvida em artes marciais
russas, o sistema A. A. Kadochnikova, e então eu decidi aplicar o conhecimento
adquirido). Não deu certo de imediato, mas ainda participei de vários filmes no
papel de dublê e de diretora de dublês.
Artium: Você é apenas uma instrutora de shashka ou ensina
outras armas?
Olga Korogodskaya: Sou instrutora de artes marciais russas e
meu perfil é de qualquer arma.
Artium: Você já foi campeã mundial de artes marciais
europeias (MMA), como foi?
Olga Korogodskaya: Antes da competição, eles me perguntaram:
“Olga, você não tem medo?”
Respondi que todos os dias tinha medo de ir treinar, porque
me batiam lá). Mas endureci. Foi difícil me superar, porque participei de
competições aos 30 anos. Essas foram minhas primeiras competições na minha
vida!
Artium: Você foi medalhista de bronze do campeonato russo de
fitness (WFF-WBBF), como foi a preparação para o campeonato?
Olga Korogodskaya: Recebi uma oferta inesperada. Eu
pratiquei fitness exatamente dois meses. Meu treinador disse: “vamos participar
no campeonato da Rússia?” Eu disse: (“vamos lá!”)
Estava com 69 kg aos 54 anos, mal conseguia andar, mas
continuamos treinando. E agora chegou o dia tão esperado, eu estava cambaleando
e não tinha forças, de tão cansada dos treinos. Quando eles me deram o 3º
lugar, eu simplesmente não acreditei, quando comecei a treinar, as outras
meninas já estavam treinando a mais de um ano e eu (dois meses)! Mas, a experiência
me ajudou. Eu fiz um número individual com esta arma (shashka).
Artium: A letra da música “Saviour” é muito
tocante e profunda, como foi sua experiência de vida e como você traduziu isso
para a música?
Daisy Gray: Muito obrigada! “Saviour” foi na
verdade originalmente uma carta que eu havia escrito para uma pessoa quando
terminamos nosso relacionamento, naquele momento. É difícil se apaixonar por
alguém e depois ter que tomar a decisão de terminar o relacionamento por saber
que não era certo, apesar de ser o que seu coração mandava, isso é
especialmente difícil. Eu escrevi para ele uma carta sem intenção real de
mandá-la, mas principalmente para me ajudar a lidar com a situação.
Eventualmente acabei entrando no estúdio e meu bom amigo e produtor Bobby me
perguntou se eu tinha alguma coisa em meu diário que eu poderia transformar em
alguma música, então entreguei para ele aquela carta e assim nasceu
“Saviour”!
Artium: O que te inspirou para criar a música “About
You”?
Daisy Gray: Para mim tudo que eu escrevo vem das minhas
experiências pessoais, então faz sentido que essa música tenha sido escrita
logo após “Saviour”. No processo de superar a pessoa do meu
relacionamento anterior, eu encontrei alguém que realmente investia em tentar
ter um novo relacionamento comigo, ele dizia e fazia tudo certo, mas meu
coração simplesmente não estava lá, ainda estava “no conserto”. Eu
contei para ele isso, mas continuamos amigos e eventualmente tivemos um início
de relacionamento por um curto período de tempo. Eu basicamente escrevi sobre a
culpa que eu senti por não poder mostrar a ele minha melhor versão, que não
estava conectada com meu relacionamento passado, e sinto que muitas pessoas já
passaram por isso.
Artium: Onde você nasceu?
Daisy Gray: Eu nasci e cresci na Califórnia!
Artium: Como você cria a inspiração para compor suas letras?
Daisy Gray: Eu tomo de inspiração a minha vida, amores que
tive e perdi, lutas que enfrentei, batalhas externas e internas que passei, e
claro momentos felizes que vivi. Até mesmo já escrevi canções sobre situações
que meus amigos passaram. Minha música essencialmente é meu diário.
Artium: A música de Chris Isaak, “Wicked Game”,
poderíamos dizer que você cantou com sua alma?
Daisy Gray: Com certeza! Aquela música atingiu um acorde
comigo desde minha juventude. Eu cresci escutando-a, mas nos últimos anos eu
experienciei tudo que precisava para me identificar pessoalmente com ela; é
difícil não cantar de um lugar emotivo quando você sente isso tão intensamente.
Artium: Como você consegue ter essa voz linda e
surpreendente, qual o segredo?
Daisy Gray: Deus. Eu devo à Ele todo o sucesso e cada nota
que cantei ou cantarei, simplesmente assim. Eu realmente não posso tomar nenhum
dos créditos.
Artium: Com que idade você começou a cantar?
Daisy Gray: Quando eu tinha 4 anos, eu cantava e tocava uma
canção no piano a qual tinha escrito para um peixinho que tinha acabado de
morrer, foi muito emocional, hahaha!
Artium: Você teve aulas de canto ou de piano?
Daisy Gray: Eu nunca tive “aulas” de ambos, mas eu
tenho uma treinadora vocal incrível que é como uma segunda mãe para mim. Ela me
fez percorrer escalas e manteve minha voz saudável e em forma para tudo.
Artium: Nos conte um pouco sobre seu novo lançamento,
“Don’t Cry”. Quando você a compôs e por quê? Por que ela é importante
para você?
Daisy Gray: “Don’t Cry”, para mim, é provavelmente
a canção mais importante e pessoal que eu já escrevi. Eu a compus em um momento
de grandes transições, saindo de um lugar sombrio com esperança que isso me
ajudaria a lidar com as coisas. Quando eu ainda era menina, eu passei por
momentos difíceis, os quais nenhum eu me abri publicamente sobre, então lançar
esta música foi minha chance de me abrir para quem me apoiava. Eu nunca quis
manter nenhum aspecto pessoal como um segredo para eles, pois eu realmente
tento manter uma plataforma honesta e aberta, mas eu preferi esperar até me
sentir forte o suficiente para falar sobre este lado meu. Eu estou muito
satisfeita com as respostas e suporte que recebi, e como sempre foi melhor do
que eu poderia possivelmente pedir. Genuinamente eu tenho a audiência mais
gentil!
Artium: Shows que você fez e como foram?
Daisy Gray: Eu fiz muitos shows, dentro e fora de palcos, ao
longo da minha carreira, mas eu definitivamente espero fazer mais
apresentações. Algumas que consigo lembrar agora são South By Southwest,
Digitour, um show de abertura para Jonah Marias de Why Don’t We. Também
performei para alguns projetos de captação de fundos e caridade, e mais
recentemente no Hotel Café, em Los Angeles, onde em breve terei um novo show!
Artium: Maiores objetivos como uma artista?
Daisy Gray: O céu é o limite! Atire para a lua e caia entre
as estrelas, como dizem.
Artium: Pode nos passar os canais onde podemos encontrar
suas músicas?
Daisy Gray: Com certeza! Você pode encontrar minhas músicas em todas as plataformas.
O propósito da Coluna Cultural Duda Oliveira é apresentar aos leitores da Revista Artium, o novo cenário cultural do universo da arte no Brasil, com divulgações, entrevistas, comentários, dicas e sugestões de exposições, saraus e encontros literários.
Abrimos nossos trabalhos com a
apresentação de uma querida artista e colega de arte, Lia Berbert. Sua
exposição individual está no Espaço Place, localizado na Estrada Leopoldo Fróes,
174, São Francisco – Niterói – RJ, até o dia 26 de abril de 2020. A entrada é franca.
Lia Berbert retrata sua
trajetória artística apresentando diversas faces de seu dinamismo e bagagem
cultural. Durante sua formação acadêmica e profissional fez escolhas coerentes
com sua personalidade. Bacharel em Desenho Industrial e Programação
Visual pela Escola de Belas Artes – UFRJ, especializou-se nas renomadas EAV –
Escola de Arte Visual Parque Lage; Seeing Though Photographs – The Museum of
Modern Art – MOMA; Street Art – Instituto Europeu de Design Rio, bem como, em
sua trajetória profissional na arte, trabalhou no mercado de comunicação
visual, Designer e Diretora de Arte.
Sua carreira de artes visuais é fortemente influenciada pela fotografia, colagem e desenho gráfico. Estabelecida a ideia e adotado o método de execução, surgem espontaneamente os elementos visuais, os quais vão tomando corpo. As concepções de cor e textura dão a identidade morfológica de sua arte. Colorista, Lia reúne sempre cores fortes e matizes com intensa luminosidade. Seu grafismo apresenta sempre formas lineares, que na maioria das vezes possui forma abstrata ou temas tropicais. Interessante notar a peculiaridade de suas colagens com linha de algodão. A artista destaca algumas imagens em forma de arremedos e vieses. O que se revela ao final de seu trabalho, portanto, é a abordagem estetizada do mundo e sem fronteiras políticas.
Foto: Toni Coutinho.
Obras > 2, 5 e 3 na ambientação do espaço.
Título: Jardim Técnica: Pintura acrílica sobre tela, recorte, colagem e bordado. Edição: Obra única Dimensões: 60 x 80 cm Ano: 2019
Título: Bikini Técnica: Pintura acrílica sobre tela, recorte, colagem e bordado. Edição: Obra única Dimensões: 140 x 100 cm Ano: 2019
Obras > 6, 9 e 10 na ambientação do espaço.
Título: Jardim (detalhe) Técnica: Pintura acrílica sobre tela, recorte, colagem e bordado. Edição: Obra única Dimensões: 60 x 80 cm Ano: 2019
Título: Bikini (detalhe) Técnica: Pintura acrílica sobre tela, recorte, colagem e bordado. Edição: Obra única Dimensões: 140 x 100 cm Ano: 2019
LIA BERBERT CONTATOS: 21 99535.6144 Instagram @liaberbert www.liaberbert.com FOTOGRAFIA: Gabriel Ugalde