Archives março 2020

Piratas do Caribe (Alexandr Misko) (Guitarra solo)

Tempo de leitura: < 1 minuto

Meu novo álbum ‘Roundtrip’ está disponível em todos os lugares! https://smarturl.it/roundtrip-album “COVERS & NEW VERSIONS, VOL.1”, incluindo esta música junto com “With Or Without You”, “We Will Rock You”, “Wind of Change” e muitas outras agora disponíveis em todas as lojas digitais!

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Muito obrigado ao meu amigo e ao incrível guitarrista brasileiro Eduardo Agni pela idéia de usar esse pauzinho como um arco, que é tão divertido de fazer! https: //www.youtube.com/watch? v = E8tp7 …

Minha página de música do Facebook: https://www.facebook.com/alexandrmisko

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Olga Korogodskaya

Tempo de leitura: 2 minutos

Artium: Você é cossaca?

Olga Korogodskaya: Sou.

Artium: O que é ser um cossaco?

Olga Korogodskaya: Cossaco é um estado de alma. Este é Will, Honor. Os cossacos são a parte mais apaixonada do nosso povo.

Artium: Com quantos anos você começou a manejar a shashka?

Olga Korogodskaya: A partir dos 14 anos, há 22 anos que treino regularmente com a shashka.

Artium: Você já foi uma dublê?

Olga Korogodskaya: Sim.

Artium: Conte-me um pouco sobre sua carreira como dublê?

Olga Korogodskaya: Cheguei a Moscou em 2012, porque queria me tornar uma dublê. Desde os 14 anos, estou envolvida em artes marciais russas, o sistema A. A. Kadochnikova, e então eu decidi aplicar o conhecimento adquirido). Não deu certo de imediato, mas ainda participei de vários filmes no papel de dublê e de diretora de dublês.

Artium: Você é apenas uma instrutora de shashka ou ensina outras armas?

Olga Korogodskaya: Sou instrutora de artes marciais russas e meu perfil é de qualquer arma.

Artium: Você já foi campeã mundial de artes marciais europeias (MMA), como foi?

Olga Korogodskaya: Antes da competição, eles me perguntaram: “Olga, você não tem medo?”

Respondi que todos os dias tinha medo de ir treinar, porque me batiam lá). Mas endureci. Foi difícil me superar, porque participei de competições aos 30 anos. Essas foram minhas primeiras competições na minha vida!

Artium: Você foi medalhista de bronze do campeonato russo de fitness (WFF-WBBF), como foi a preparação para o campeonato?

Olga Korogodskaya: Recebi uma oferta inesperada. Eu pratiquei fitness exatamente dois meses. Meu treinador disse: “vamos participar no campeonato da Rússia?” Eu disse: (“vamos lá!”)

Estava com 69 kg aos 54 anos, mal conseguia andar, mas continuamos treinando. E agora chegou o dia tão esperado, eu estava cambaleando e não tinha forças, de tão cansada dos treinos. Quando eles me deram o 3º lugar, eu simplesmente não acreditei, quando comecei a treinar, as outras meninas já estavam treinando a mais de um ano e eu (dois meses)! Mas, a experiência me ajudou. Eu fiz um número individual com esta arma (shashka).

Vídeos:

Daisy Gray

Tempo de leitura: 3 minutos

Artium: A letra da música “Saviour” é muito tocante e profunda, como foi sua experiência de vida e como você traduziu isso para a música?

Daisy Gray: Muito obrigada! “Saviour” foi na verdade originalmente uma carta que eu havia escrito para uma pessoa quando terminamos nosso relacionamento, naquele momento. É difícil se apaixonar por alguém e depois ter que tomar a decisão de terminar o relacionamento por saber que não era certo, apesar de ser o que seu coração mandava, isso é especialmente difícil. Eu escrevi para ele uma carta sem intenção real de mandá-la, mas principalmente para me ajudar a lidar com a situação. Eventualmente acabei entrando no estúdio e meu bom amigo e produtor Bobby me perguntou se eu tinha alguma coisa em meu diário que eu poderia transformar em alguma música, então entreguei para ele aquela carta e assim nasceu “Saviour”!

Artium: O que te inspirou para criar a música “About You”?

Daisy Gray: Para mim tudo que eu escrevo vem das minhas experiências pessoais, então faz sentido que essa música tenha sido escrita logo após “Saviour”. No processo de superar a pessoa do meu relacionamento anterior, eu encontrei alguém que realmente investia em tentar ter um novo relacionamento comigo, ele dizia e fazia tudo certo, mas meu coração simplesmente não estava lá, ainda estava “no conserto”. Eu contei para ele isso, mas continuamos amigos e eventualmente tivemos um início de relacionamento por um curto período de tempo. Eu basicamente escrevi sobre a culpa que eu senti por não poder mostrar a ele minha melhor versão, que não estava conectada com meu relacionamento passado, e sinto que muitas pessoas já passaram por isso.

Artium: Onde você nasceu?

Daisy Gray: Eu nasci e cresci na Califórnia!

Artium: Como você cria a inspiração para compor suas letras?

Daisy Gray: Eu tomo de inspiração a minha vida, amores que tive e perdi, lutas que enfrentei, batalhas externas e internas que passei, e claro momentos felizes que vivi. Até mesmo já escrevi canções sobre situações que meus amigos passaram. Minha música essencialmente é meu diário.

Artium: A música de Chris Isaak, “Wicked Game”, poderíamos dizer que você cantou com sua alma?

Daisy Gray: Com certeza! Aquela música atingiu um acorde comigo desde minha juventude. Eu cresci escutando-a, mas nos últimos anos eu experienciei tudo que precisava para me identificar pessoalmente com ela; é difícil não cantar de um lugar emotivo quando você sente isso tão intensamente.

Artium: Como você consegue ter essa voz linda e surpreendente, qual o segredo?

Daisy Gray: Deus. Eu devo à Ele todo o sucesso e cada nota que cantei ou cantarei, simplesmente assim. Eu realmente não posso tomar nenhum dos créditos.

Artium: Com que idade você começou a cantar?

Daisy Gray: Quando eu tinha 4 anos, eu cantava e tocava uma canção no piano a qual tinha escrito para um peixinho que tinha acabado de morrer, foi muito emocional, hahaha!

Artium: Você teve aulas de canto ou de piano?

Daisy Gray: Eu nunca tive “aulas” de ambos, mas eu tenho uma treinadora vocal incrível que é como uma segunda mãe para mim. Ela me fez percorrer escalas e manteve minha voz saudável e em forma para tudo.

Artium: Nos conte um pouco sobre seu novo lançamento, “Don’t Cry”. Quando você a compôs e por quê? Por que ela é importante para você?

Daisy Gray: “Don’t Cry”, para mim, é provavelmente a canção mais importante e pessoal que eu já escrevi. Eu a compus em um momento de grandes transições, saindo de um lugar sombrio com esperança que isso me ajudaria a lidar com as coisas. Quando eu ainda era menina, eu passei por momentos difíceis, os quais nenhum eu me abri publicamente sobre, então lançar esta música foi minha chance de me abrir para quem me apoiava. Eu nunca quis manter nenhum aspecto pessoal como um segredo para eles, pois eu realmente tento manter uma plataforma honesta e aberta, mas eu preferi esperar até me sentir forte o suficiente para falar sobre este lado meu. Eu estou muito satisfeita com as respostas e suporte que recebi, e como sempre foi melhor do que eu poderia possivelmente pedir. Genuinamente eu tenho a audiência mais gentil!

Artium: Shows que você fez e como foram?

Daisy Gray: Eu fiz muitos shows, dentro e fora de palcos, ao longo da minha carreira, mas eu definitivamente espero fazer mais apresentações. Algumas que consigo lembrar agora são South By Southwest, Digitour, um show de abertura para Jonah Marias de Why Don’t We. Também performei para alguns projetos de captação de fundos e caridade, e mais recentemente no Hotel Café, em Los Angeles, onde em breve terei um novo show!

Artium: Maiores objetivos como uma artista?

Daisy Gray: O céu é o limite! Atire para a lua e caia entre as estrelas, como dizem.

Artium: Pode nos passar os canais onde podemos encontrar suas músicas?

Daisy Gray: Com certeza! Você pode encontrar minhas músicas em todas as plataformas.

https://www.facebook.com/DaisyGrayOfficial/

https://www.instagram.com/daisygrayofficial/

https://soundcloud.com/search?q=Daisy%20Gray

http://smarturl.it/DGAboutYouRumours

Tradutor: Guilherme Polak.

Coluna Cultural Duda Oliveira

Tempo de leitura: 2 minutos

Foto: Macarena Lobos.

O propósito da Coluna Cultural Duda Oliveira é apresentar aos leitores da Revista Artium, o novo cenário cultural do universo da arte no Brasil, com divulgações, entrevistas, comentários, dicas e sugestões de exposições, saraus e encontros literários.

Abrimos nossos trabalhos com a apresentação de uma querida artista e colega de arte, Lia Berbert. Sua exposição individual está no Espaço Place, localizado na Estrada Leopoldo Fróes, 174, São Francisco – Niterói – RJ, até o dia 26 de abril de 2020.  A entrada é franca.

Lia Berbert retrata sua trajetória artística apresentando diversas faces de seu dinamismo e bagagem cultural. Durante sua formação acadêmica e profissional fez escolhas coerentes com sua personalidade.   Bacharel em Desenho Industrial e Programação Visual pela Escola de Belas Artes – UFRJ, especializou-se nas renomadas EAV – Escola de Arte Visual Parque Lage; Seeing Though Photographs – The Museum of Modern Art – MOMA; Street Art – Instituto Europeu de Design Rio, bem como, em sua trajetória profissional na arte, trabalhou no mercado de comunicação visual, Designer e Diretora de Arte.

Sua carreira de artes visuais é fortemente influenciada pela fotografia, colagem e desenho gráfico. Estabelecida a ideia e adotado o método de execução, surgem espontaneamente os elementos visuais, os quais vão tomando corpo. As concepções de cor e textura dão a identidade morfológica de sua arte. Colorista, Lia reúne sempre cores fortes e matizes com intensa luminosidade. Seu grafismo apresenta sempre formas lineares, que na maioria das vezes possui forma abstrata ou temas tropicais. Interessante notar a peculiaridade de suas colagens com linha de algodão. A artista destaca algumas imagens em forma de arremedos e vieses. O que se revela ao final de seu trabalho, portanto, é a abordagem estetizada do mundo e sem fronteiras políticas.   

Foto: Toni Coutinho.

Obras > 2, 5 e 3 na ambientação do espaço.

Título: Jardim
Técnica: Pintura acrílica sobre tela,
recorte, colagem e bordado.
Edição: Obra única
Dimensões: 60 x 80 cm
Ano: 2019

Título: Bikini
Técnica: Pintura acrílica sobre tela,
recorte, colagem e bordado.
Edição: Obra única
Dimensões: 140 x 100 cm
Ano: 2019

Obras > 6, 9 e 10 na ambientação do espaço.

Título: Jardim (detalhe)
Técnica: Pintura acrílica sobre tela,
recorte, colagem e bordado.
Edição: Obra única
Dimensões: 60 x 80 cm
Ano: 2019

Título: Bikini (detalhe)
Técnica: Pintura acrílica sobre tela,
recorte, colagem e bordado.
Edição: Obra única
Dimensões: 140 x 100 cm
Ano: 2019

LIA BERBERT
CONTATOS: 21 99535.6144
Instagram @liaberbert
www.liaberbert.com
FOTOGRAFIA: Gabriel Ugalde