LOMAS DE CHAPULTEPEC MÉXICO CASA DE 1.100 m2 ARQUITETO JOSÉ PALOMAR

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ARQUITETO JOSÉ PALOMAR

Arquitetura alternativa é uma empresa dedicada à concepção e construção, fundada em 2002 pelo arquiteto José Palomar Romo, que nasceu em Guadalajara, Jalisco, em 1967, estudou uma licenciatura em arquitetura, especializando-se em Eco-técnias e urbanismo no Instituto Tecnológico de estudos Superiores de Ocidente
(ITESO), que conclui os seus estudos profissionais no ano de 1992 com a conservação da tese e melhoria da imagem urbana de Tapalapa, Jalisco, México, que recebeu o prêmio nacional tese de 1992 pelo Colégio de Arquitetos do Estado de Jalisco.

Ainda sendo uma empresa jovem, que nasceu com uma longa jornada de aprendizagem e um grande compromisso
social para preservar tanto quanto possível nosso ambiente, para que tenha sido preparado, tanto no nível acadêmico, tendo cursos de graduação em design e meio ambiente e profissionalmente envolvido em vários
projetos de desenvolvimentos ecológicos, tais como:

  • Ecológica comunidade “Ressaca”, localizado em Guadalajara, Jalisco, México.
  • Hotel & Spa “Mision del Sol” Cuernavaca, Morelos, México.
  • Holística & Resort Spa “Hostal de la Luz” construído na cidade de Amatlán, município de Tepoztlán, Morelos, México.
  • “Gallaecia” sala de reuniões para 600 pessoas, Tepoztlan, Morelos, México.
  • “Portal Visão” holística & Resort Spa, Cuernavaca, Morelos, México.
  • “Palmas Hacienda San Gabriel de las Puente de Ixtla, Morelos, México.

Além de vários edifícios residenciais em Cidade do México, Cancun Q.R. Acapulco, Gro. Malinalco, Estado de México, Tepoztlan, Morelos.

Saúde para o corpo, a paz do espírito, harmonia com o ambiente: estas são as abordagens conceituais de arquitetura alternativa.

“Arquitetura é arte é o espaço expressivo delimitado por elementos de construção para abrigar o ser humano”.

A fábrica de sonhos de Molsheim na França – uma visita à instalação de produção do Bugatti Chiron.

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Molsheim. A produção em série do Bugatti Chiron1 está acelerando rapidamente. Atualmente, 12 carros superesportivos estão tomando forma na facilidade de produção da marca de luxo francesa, o chamado “Atelier” na sede da empresa. Está previsto entregar os primeiros veículos aos clientes em 2017 e construir até 70 desses carros este ano. Em média, cerca de seis meses passam entre o início da produção e a entrega de um Chiron. 20 funcionários do Atelier reúnem o super esporte mais poderoso, mais rápido, mais luxuoso e exclusivo carro de mais de 1.800 peças individuais, trabalhando exclusivamente à mão.

O Chiron é submetido a testes de aceitação e controles de qualidade mais rigorosos antes de ser entregue ao cliente. Muitas modificações na instalação em Molsheim foram feitas para a montagem do carro super esporte 1,500 PS para ter em conta o seu maior desempenho e a natureza geralmente mais complexa do novo produto e seu processo de produção.

Em sua instalação em Molsheim, em uma localização idílica na Alsácia, que foi o lar da marca desde que foi fundada em 1909, Bugatti está fazendo os sonhos automotivos realidade com o Chiron. Antes que os clientes possam receber a entrega do seu novo Chiron, há muito que fazer. O primeiro passo é a configuração do veículo, que é completada pelo cliente juntamente com um designer da Bugatti. Cada Bugatti é único e é fabricado de acordo com os desejos pessoais do cliente. É por isso que a personalização é uma prioridade para o Bugatti.

Cônjuge/companheiro. Equiparação. Por: Francisco Cunha

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Cônjuge/companheiro. Equiparação.

Em maio, o Supremo Tribunal Federal equiparou os direitos sucessórios de cônjuges e companheiros.

O primeiro efeito prático dessa decisão pode ser visto por recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (REsp 1.337.420), entendendo que irmãos e sobrinhos não têm o direito de questionar herança se o companheiro (ou ex-companheiro) ainda estiver vivo.

A decisão rechaçou pedido de anulação de adoção feito por irmão e sobrinho interessados em herança deixada pelo pai do adotado. Ele estava em união estável com a mãe deste quando morreu, passando a companheira à condição de viúva.
Os autores da ação, com base no artigo 1.790 do Código Civil, alegavam estar em quarto lugar na linha de sucessão, não fosse o filho. Por isso pediam a anulação da adoção.

O artigo 1.790 é o que define a regra de distribuição da herança em casos de união estável, declarado inconstitucional
pelo Supremo em março, e que previa que companheiros têm direito a apenas 1/3 da herança nos casos de concorrer com parentes do autor.

Com a inconstitucionalidade declarada, vale a regra do cônjuge, tendo direito à metade da herança (a outra metade fica com os filhos). Não havendo filhos, ele divide com os ascendentes (pais). Ausentes filhos e pais, o cônjuge, e agora o companheiro, recebe tudo. Os “colaterais”, como é o caso de irmãos, sobrinhos e primos, só recebem se não houver nenhum dos demais parentes.

Passei dos 50! E agora? Por: Mira Graçano

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Por: Mira Graçano

Confesso que não foi fácil. Não adianta mentir, fazer pose de bem resolvida, mulher madura consciente, a profissional experiente e todos os demais títulos possíveis para atenuar o fato. A ficha caiu quando um cunhado, que já nem era mais cunhado, soltou a flecha: e aí, agora é contagem regressiva, você já viveu mais do que vai viver!!! Desagradável…. por que jogar por terra meu esforço em lidar com a situação de forma serena- ainda que externamente? Mas, ok, ele tinha razão. E o pior é que gosto muito do meu eterno cunhado.

Enfim, cheguei aos 50, ou melhor, passei.

Agora é tocar o barco, lidar com as rugas, com a pressão alta- primeiro sintoma de que a idade chegou. Me peguei no
espelho falando sozinha: até que não estou mal…, apesar do olhar cansado e da paciência menor com o filho. Felizmente essa nostalgia, os rompantes de realidade, duraram apenas alguns minutos. Logo depois me lembrei das recompensas dos 50. Sim, há muitas recompensas, afinal, somos experientes, vividos, maduros… isso tem que
servir para alguma coisa. E convenhamos, a maior dádiva da idade é ter autonomia para ser quem somos. Não quer dizer que não possamos ter autonomia desde a juventude, mas é um esforço hercúleo enfrentar o mundo e as pessoas antes de mostrar a que veio. Hoje não… hoje sou mulher feita e a autonomia me permite contar a idade, evitar festas sociais chatas pra fazer presença, eventos em que todos desfilam sem saber o que dizer ao outro, evitar pessoas
que só reclamam, me permite afastar de conveniências. Posso até mesmo assumir que não gosto das músicas do Chico Buarque (escondi isso a sete chaves durante a faculdade. Poderia ser linchada). Nessas alturas do campeonato, tenho autonomia para assumir não gosto, não concordo, não quero.

Você pode estar pensando: eu faço tudo isso e não precisei chegar aos 50. Sorte sua. Nem todos se dão a esse luxo, limitados que são pela necessidade de buscar um lugar ao sol. Eu mesma acabei fazendo várias coisas que hoje não faria – alisei o cabelo, morei com gente chata, tratei com todo respeito pessoas que não eram dignas da menor consideração, passei muito tempo longe da minha família em nome do trabalho, enfim, muita coisa. Agora, pela primeira vez, vou passar um mês inteiro com minha mãe nas férias. Não importa se vou perder trabalho ou outra viagem mais divertida. Vou passar as tardes de verão com ela, cochilando e contando “causos” das  Minas Gerais. E tudo bem se eu engordar de tanto comer broa de fubá, pão de queijo e rosquinha. Já não faz diferença. Agora eu
passei dos 50, ainda bem!!!

FERNANDO OLIVERI PINTOR HIPER-REALISTA URUGUAIO

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Fernando Oliveri (Montevidéu, 11 de agosto, 1957) é pintor uruguaio.

Se a ocupação de Oliveri é arte, a preocupação evidente na arte da pintura é a partir da realidade de seu ambiente, o sentimento, emoção, memória; momentos registrados como único e intransferível.

Quem se atreve a frequentar a carreira extensa e louvável de Oliveri, você vai encontrar-se em seu enredo e perspectiva original, além dos valores expressivos que se destacam nessa viagem que faz com que os nossos olhos, um convite ao diálogo com o artista, como um conhecer o que já era no presente e no que virá.

Neste elementos pictóricos são imersos cenário, objetos, imagens e figuras humanas que evocam a arte e a existência, e nos trazer mais perto de seu trabalho.

 

Fernando Oliveri (Montevidéu, 11 de agosto, 1957) é pintor uruguaio.
Em 1978 ele se mudou para Montevidéu, onde ingressou na Escola de Belas Artes de San Francisco de Asis pelo pintor Clever Lara, onde permaneceu até 1981. Em seguida, atende a oficina do renomado pintor uruguaio Gustavo Alamon, onde permaneceu por 8 anos. Depois, em 1986 frequenta o Clube de Gravura de Montevidéu.

De 1982 até hoje ele tem participado em várias exposições individuais e coletivas em seu país e no exterior, ganhando prêmios e distinções. Representa Uruguai no Salão X de Arte Latino-Americana no Instituto Cultural Mexicano (Washington DC- EUA) também representa o Uruguai em latim Arte Contemporânea América na Coréia.

Em 2000, ele cria sua própria oficina à data. Suas obras estão em instituições públicas e privadas no Uruguai, Argentina, Brasil, Venezuela, Irlanda, Porto Rico, Alemanha, França, EUA, Emirados Árabes Unidos, Coreia do Sul, entre outros.

Pintura como mensagem

Fotos: Joaquin Oliveri

 

LIDERANÇA TRANSFORMACIONAL: Como alcançar resultados e crescimento Melissa Camargo Kotovski

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Quais as atitudes de um grande líder? Como inspirar pessoas e transformar-se em um líder extraordinário? A liderança começa com autoconhecimento e com a consciência do que significa ser um grande líder. Os líderes que focam em seu desenvolvimento transformam a si, a sua equipe e a sua empresa. Gestão é fazer através de outros. Envolve a capacidade do líder de influenciar as pessoas a fazerem o que elas necessitam fazer de forma produtiva e positiva para atingir os resultados empresariais.

ENTREVISTA Márcia Calmon

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Marcia Calmon é carioca, cantora, compositora e formada em Jornalismo.

Nasceu em uma família de músicos: seu pai, Waldir Calmon, foi um pianista de grande sucesso no Brasil dos anos 50 e 60, com vários discos gravados, e sua mãe, Marta Kelly, é cantora. Marcia tem uma relação íntima com a música desde criança – quando já tocava, de ouvido, piano e violão – e fez aulas de canto popular e lírico no Brasil e na França. Começou a cantar profissionalmente em orquestras: primeiro, na Waldir Calmon e depois na Maestro Cipó,
Vittor Santos e outras. Trabalhou mais de dez anos com a cantora Marlene, gravou para a TV e faz back-vocal em gravações e shows. Suas maiores influências são Carmen Miranda, Marlene, Ademilde Fonseca, Leny Andrade, Sade, Ella Fitzgerald e Barbra Streisand.

Morou cerca de cinco anos em ilhas do Caribe. Em Porto Rico (EUA), fez parte do grande show brasileiro que estreou a filial da casa Plataforma em San Juan de Puerto Rico. Em Saint Martin e Saint Barths, junto com seu marido, o maestro e multi-instrumentista Tranka Oliveira, se apresentou para turistas do mundo inteiro, cantando em cinco idiomas. A dupla trabalhou em hotéis sofisticados, como Port de Plaisance, Le Flamboyant, Privilége, Beach Plaza
Márcia Calmon e Meridien e, em junho de 1997, participou da Fête de la Musique na Marina de Saint Martin, tocando para milhares de pessoas.

Em maio de 2004, fez parte do grupo que representou o Brasil no IV Festival de Arte de Pequim, China.

No Brasil, Marcia e Tranka Oliveira montaram orquestras para grandes eventos, como o réveillon na praia de Copacabana e o carnaval do Rio de Janeiro. No final de 1999, formaram uma orquestra para o Réveillon do Milênio em um evento organizado pela TV Globo e dirigido por Roberto Talma. A orquestra acompanhou as cantoras Marlene e Emilinha Borba e a vedetecantora Virgínia Lane antes da tradicional queima de fogos. Depois da meia-
-noite, a Orquestra do Maestro Tranka voltou ao palco para animar o grande público que permanecia nas areias da famosa Praia de Copacabana, RJ. Já no carnaval de 2004, a mesma orquestra animou, junto com a Escola
de Samba Beija-Flor, o Baile do Hawaí, no Morro da Urca (baile oficial da cidade do Rio de Janeiro).

Foto: Adonay Pereira

 

ENTREVISTA – Arquiteta Gislaine Tourinho

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Arquiteta Gislaine Tourinho.

A arquiteta Gislaine Bezerra Souza Tourinho formada pela PUC-PR, com pós–graduação em Engenharia de Segurança pela UFPR e Pós-Graduação em Gestão e Moda pelo SENAI/PR, cursos nas áreas de estilo, produção de moda, vitrinismo, joalheria e desenho livre no Museu Guido Viaro. Premiada em 2013 em Milão na categoria
Luxo por Menos na Mostra Morar Mais a nível Brasil. Atuando nas diversas áreas de arquitetura, interiores, design e
produção de eventos. Desenvolve projetos residenciais e corporativos tanto no desenvolvimento de projetos  arquitetônicos, como projetos de reforma e interiores.

Atua na cidade de Curitiba e em outras cidades. Presente em Mostras de arquitetura e participação em publicações de revistas, livros, artigos em Congresso, e programas de TV divulgando o seu trabalho. Já desenvolveu conteúdo para o blog Brasil Fashion, ministrou aulas no Centro Europeu no curso de Design de Moda, participou como palestrante convidada na Semana do Design na UniAndrade.

No instagram mostra o seu trabalho sempre fazendo link com a moda e referências de lifestyle. (@gislainebt)

 

Foto: Ronald Pimentel

Foto destaque blog: Raquel Lima