ALICE ANIMAL TANDEM

Tempo de leitura: < 1 minuto

Tandem é o terceiro clipe que estou dirigindo para Alice Animal. Devo admitir que essa é minha música favorita, meu próprio hit. Fiquei feliz por estar de volta à estrada com Alice neste projeto. E da estrada podemos dizer que fizemos algumas! Em uma equipe mais do que pequena, para não dizer em conjunto: Alice e a câmera. Nós dirigimos por quilômetros, mas não em um Ford Mustang desta vez (veja “Seus Elefantes Cor-de-rosa”) para encontrar paisagens que contrastassem o suficiente entre si! Queríamos oferecer uma viagem múltipla sem transição (mas são eles que mais nos demoram!) E com uma constante: o sorriso comunicativo e a energia da Alice.”

Thomas Guerigen (o diretor)

“Essa música. Tandem eu escrevi em uma noite. Estou falando com uma pessoa que está perto de mim, uma pessoa que vive em um baço permanente e que eu gostaria de ver sorrir novamente. Mas também me dirijo àqueles que se encontram nesta terra de ninguém emocional e aceito se deixar levar pela viagem que estou propondo e pelas emoções que ela traz”.

Alice Animal

O clipe 

Ao longo da música, Alice está se dirigindo a essa pessoa (quem poderia ser você?). 

Rapidamente entendemos que o clipe será um convite para viajar em lugares vivos ou abandonados, mas adequado para tocar a sensibilidade do espectador. 

Alice deseja de fato que seu interlocutor mude de perspectiva seguindo-a em seus múltiplos pontos de vista, deixando-se conquistar pelo prazer de dançar, ao ritmo de seu sorriso.

Saímos em um turbilhão de energia que não tem outro objetivo a não ser dar ânimo!

Dois anos de Telescópio TV!

Tempo de leitura: 3 minutosFOTO: Igor Fiori.

Dois anos de Telescópio TV!

 

Dia 16.01.2018. A data que marca enfim o início de um sonho a ser vivido. Como todo sonho, ou “saída da zona de conforto”, começam os primeiros testes que servem para você se conhecer melhor e, você se conhecendo, ser uma pessoa melhor. Três primeiros meses trabalhando em casa e a progressão foi bem devagar. Foi então que meu pai, Dirceu Tadeu Vaz, disponibilizou uma sala em seu escritório, na MV contabilidade. Em abril surge oficialmente o nome “Telescópio TV”. Sim, três meses para decidir o nome mas é um filho, e o filho é pra sempre, então teria que ser um nome especial. O nome vai na essência daquilo que mais pulsa meu coração a fazer. Aquilo que me levou ao jornalismo e me fez amar documentários. Telescópio é um instrumento criado pelos seres humanos para enxergar além daquilo que o nosso olho nu pode enxergar. A luneta leva nosso olhos para fora da nossa caixa, leva para longe – o longe que na verdade está no nosso lado -, faz refletir, faz aumentar nossa capacidade de informação armazenada fazendo com que o ser humano tenha uma experiência única e a partir daquilo, ela possa sair uma pessoa melhor, uma pessoa renovada. Tudo isso, é claro, deixando a pessoa viajar livremente na sua experiência, sem impor ou querendo convencer de algo. Acima de tudo um toque de reflexão e inspiração no coração, na mente e na alma. No mês de maio, o primeiro vídeo publicado na história está no canal! O vídeo da ong Instituto Diamante Verde (IDV) levando crianças da Escola Municipal Professora Clara Anadir Buzato até a nascente do rio Barigui, na região de fronteira de Almirante Tamandaré e Rio Branco do Sul. Consciência ambiental e sustentabilidade. E assim foi caminhando com vídeos para empresas, vídeo clipes, vídeo para ong’s até chegar a vez do primeiro documentário! O doc foi intitulado como “Pista do Gaúcho – A Raiz do skate Curitibano.” A repercussão foi maior do que imaginávamos: entrevistas para Gazeta do Povo, Massa News, CBN, ao vivo na ÉPARANÁ e matéria aqui mesmo, na revista Artium! Surfando no asfalto do skate, graças ao documentário tivemos portas abertas para novas parcerias e projetos. Em especial, a Skateboard Television tivemos a oportunidade de gravar campeonatos de skate por Curitiba, Matinhos e Paranaguá e entrevistar skatistas que já foram realidade, que são ou ainda vão ser no cenário brasileiro e mundial. Ainda sobre viagens, por meio do convite do professor Felipe Negreli, tivemos a oportunidade de participar de um grande projeto da Bienal chamado “cinema na praça” que levou o cinema para cidades de até 40 mil habitantes pelo interior do Paraná e oficinas de cinema pelas escolas públicas da região. Corbélia, Guaíra, Itaipulândia, Capanema, Santo Antônio do Sudoeste.  Em uma semana estive na divisa com Paraguai, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Argentina. Cansou? Cansei. Mas que cansaço satisfatório! Secretários da cultura, professoras e professores trabalhando para que a próxima geração faça esse mundo ser um lugar melhor para se viver. Sai bastante esperançoso. E claro, sempre tem aquelas alunos e alunos que tende a ter uma intimidade com a arte. Seja na escrita de um roteiro, segurando a câmera ou atuando. Na volta pensei que é por isso que minha tataravó, bisavó, avó e minha mãe gostavam tanto de dar aula. Talvez tenha sentido um pouco do que elas sentiam – e quem sabe você possa voltar a sentir isso, né mãe? -. E assim 2019 continuou, com mais vídeos para empresas e ong’s. Entre erros e acertos, as experiências que faltavam agora adquiridas, mais estudos, evolução constante, sem se deixar abalar por críticas não construtivas, um grande jogo psicológico e emocional que você tem que aprender a jogar e claro, o esforço, que nunca pode faltar. Confesso que, muita coisa aconteceu diferente do que eu imaginava. Quando você assiste algo e vê somente o palco e quer estar lá, esquece que existe os bastidores. Sorte que eu acabei gostando dos bastidores e aprendi que na verdade ela é a parte mais importante. Persistência e calma que tudo vem no tempo certo.  E de fato o mundo retribui. Ultimo dia de trabalho em 2019, um dia antes de fazer uma grande viagem de férias para a Argentina, meu pai vem até a minha sala com o celular e mostra: “filho, graças ao vídeo que vocês fizeram para a Escola Nilza Tartuce, uma doutora doou tudo isso – não citarei números, hehe – para a ong.” Na hora avisei meus amigos e companheiros de trabalho, Lucas de França e Igor Fiori. Aquilo pra mim foi meu oscar, aquele foi o prêmio por toda a dedicação do ano, é para isso e por aquele momento que fiz esse filho, chamado Telescópio TV, e ele completou 2 anos no dia 16.01.2020.

 

Assistam o vídeo do Léo, leão solidário da Escola Nilza Tartuce: https://www.youtube.com/watch?v=1pkC2vAYaB4

 

 

HANINE EL ALAM – SALMA

Tempo de leitura: < 1 minutoDois paralelos convergem para uma harmonia suave com a escuridão que defende a luz em Salma… o que Hanine procurou transmitir através de dois opostos, são os elementos contrários aparentemente imiscíveis da natureza humana.

A luz e as trevas, estando claramente opostos diametralmente inconciliáveis, colidem e nos modelam. Salma é um conto de paradoxo, de rebelião, de desafio, de energia, de lama transformada em ouro e de um clímax musical refletindo sobre as probabilidades da vida em comunhão harmoniosa entre si…

 

HARP TWINS CAMILLE E KENNERLY

Tempo de leitura: 2 minutos

ENTREVISTA
Artium: Vocês tocam algum outro instrumento além da harpa?
Camille & Kennerly: Nós tocamos piano, cantamos e tocamos um pouco de percussão. Porém, a harpa é a nossa paixão!
Artium: Desde que idade começaram a tocar harpa?
Camille & Kennerly: Começamos por volta dos 13 anos e já tocávamos piano há alguns anos. Nós somos verdadeiramente atraídas pela beleza da harpa, sempre pareceu como um instrumento mágico para nós, contudo, nos tomou um tempo até convencermos nossa mãe que quereríamos tocar harpa, e ela não possuía dinheiro para comprar uma. Tivemos que mostrar que estávamos empenhadas em ganhar dinheiro por conta própria, trabalhamos como babas, passeadoras de cachorros e em escritórios, para conseguir o dinheiro para comprarmos nossas primeiras harpas, que eram pequenas e já usadas.
Artium: Como é a sensação de tocar para presidentes e celebridades? Vocês sentem-se nervosas com algum possível erro?
Camille & Kennerly: Nós ficamos mais animadas do que nervosas! Nós amamos tocar para quem aprecia nossa música seja um presidente ou uma criança pequena.
Artium: Conseguiram mais de 90 milhões de visualizações no Youtube. Esperavam tanto?
Camille & Kennerly: Nós ficamos extasiadas que tivemos aproximadamente 90 milhões de visualizações no Youtube! Nunca tínhamos imaginado que tantas pessoas assistiriam nossos duetos de harpa. Nós tivemos tantos “profissionais” da indústria da música nos falando que ninguém iria querer ouvir músicas de rock e metal tocadas em harpa; estamos agradecidas por não termos escutado estes “profissionais”. Nós desenvolvemos uma comunidade de pessoas incríveis, que dão suporte à nossa música e à nós. Nos sentimos tão abençoadas!
Artium: Contem-nos um pouco de suas composições musicais e suas influências nórdicas.
Camille & Kennerly: Nossa ancestralidade é Escandinava – principalmente Norueguesa. Nossas composições originais são altamente influenciadas por nossa ancestralidade nórdica e nossas histórias familiares. Nós amamos prestar homenagem aos nossos ancestrais e nossa descendência, as palavras e os temas de nossas músicas tem uma forte presença nórdica. Nós estivemos compondo músicas originais há anos, mas só começamos a soltá-las online somente há um ano e meio. A primeira música original que lançamos foi “North” e foi incrível a recepção dos nossos fãs! Agora nós temos cinco músicas autorais no nosso canal do Youtube e continuaremos a lançar mais. Muitas pessoas dizem que gostam ainda mais de músicas de nossa autoria do que os covers.

Entrevista completa revista Artium página 166.

Foto: Arquivo pessoal.

Alexandr Misko – ARTIUM 11

Tempo de leitura: 2 minutos

(FOTO, VÍDEO.)

ENTREVISTA

Artium: Com quantos anos você começou a tocar violão?

Alexandr Misko: Eu comecei a tocar violão quando tinha 13 anos. Eu sempre fui apaixonado por diferentes gêneros de música, então foi ótimo finalmente ter um verdadeiro instrumento musical em minhas mãos para me divertir com isso!

Artium: Você toca outros instrumentos?

Alexandr Misko: Sim, eu toco bateria e piano um pouco, mas estou muito longe de qualquer coisa decente haha!

Artium: Como surgiu a ideia de tocar dessa maneira?

Alexandr Misko: Nunca houve uma ideia exata, este estilo de tocar é basicamente uma mistura de diferentes ideias e técnicas que foram criadas por outros guitarristas e músicos durante todos esses anos. Eu nunca invento nada, só roubo sabiamente haha! Há muitas inspirações e heróis meus como Jon Gomm, Mike Dawes, Thomas Leeb, Preston Reed, Steve Reich, Adrian Legg e tudo o que estou fazendo é baseado em suas invenções e visão inovadora. Eu apenas misturo tudo.

Artium: É difícil tocar dessa maneira fazendo música e voz ao mesmo tempo?

Alexandr Misko: Certamente não, leva apenas algum tempo. É sempre divertido organizar tudo isso para uma violão, é um grande desafio, mas vale a pena!

Artium: Quantas horas você treina por dia para ter esse resultado?

Alexandr Misko: Eu costumava treinar de 6 a 8 horas um tempo atrás, mas agora minha agenda é bem apertada, então eu tenho dedicado pelo menos 2 a 3 horas todos os dias.

Artium: Você já se apresentou fora da Rússia?

Entrevista completa na revista Artium edição 11 página 150.
Artium: Com quantos anos você começou a tocar violão?

Alexandr Misko: Eu comecei a tocar violão quando tinha 13 anos. Eu sempre fui apaixonado por diferentes gêneros de música, então foi ótimo finalmente ter um verdadeiro instrumento musical em minhas mãos para me divertir com isso!

Artium: Você toca outros instrumentos?

Alexandr Misko: Sim, eu toco bateria e piano um pouco, mas estou muito longe de qualquer coisa decente haha!

Artium: Como surgiu a ideia de tocar dessa maneira?

Alexandr Misko: Nunca houve uma ideia exata, este estilo de tocar é basicamente uma mistura de diferentes ideias e técnicas que foram criadas por outros guitarristas e músicos durante todos esses anos. Eu nunca invento nada, só roubo sabiamente haha! Há muitas inspirações e heróis meus como Jon Gomm, Mike Dawes, Thomas Leeb, Preston Reed, Steve Reich, Adrian Legg e tudo o que estou fazendo é baseado em suas invenções e visão inovadora. Eu apenas misturo tudo.

Artium: É difícil tocar dessa maneira fazendo música e voz ao mesmo tempo?

Alexandr Misko: Certamente não, leva apenas algum tempo. É sempre divertido organizar tudo isso para uma violão, é um grande desafio, mas vale a pena!

Artium: Quantas horas você treina por dia para ter esse resultado?

Alexandr Misko: Eu costumava treinar de 6 a 8 horas um tempo atrás, mas agora minha agenda é bem apertada, então eu tenho dedicado pelo menos 2 a 3 horas todos os dias.

Artium: Você já se apresentou fora da Rússia?

Entrevista completa na revista Artium edição 11 página 150.

Fábio Lima – ARTIUM 11

Tempo de leitura: 3 minutos

ENTREVISTA (FOTO, VÍDEO.)

Artium: Você começou a tocar que instrumento com 12 anos?
Fábio Lima: Tive meu primeiro contato com instrumentos musicais desde os primeiros anos de vida, em casa já havia teclado, violão e bateria. Com 8 anos comecei a  estudar bateria por influência de meu irmão e com 10 contrabaixo. Aos  12 anos comecei a tocar profissionalmente, como vocalista, baixista e baterista, em duas bandas diferentes. E foi na mesma época que comecei a estudar horas de violão.
Artium: Quantos instrumentos toca?
Fábio Lima: Nunca parei para contar. Mas além dos instrumentos tradicionais de uma banda rock/pop, estudo Contrabaixo acústico, violoncelo, Sax, Trompete… Na verdade sempre invisto em novos instrumentos, para aprender e usa-los em minhas composições e produções musicais.
Artium: Já ganhou vários prêmios, dentre eles qual foi o mais importante para você?
Fábio Lima: Todos foram importantes, mas o mais marcante foi o Julian Bream Prize-UK, Considerado um dos mais importantes do violão da história, em que o único júri era o próprio Julian Bream, uma lenda do violão. Pude trazer o prêmio da última edição deste concurso ao Brasil.
Artium: No Youtube com mais de 800 mil inscritos e mais de 90 milhões de visualizações, qual o segredo desse sucesso?
Fábio Lima: Dedicação, trabalho e persistência, além de um pouco de sorte! Não é porque lido com música, que posso me dar ao luxo de levar como entretenimento. Acordo todos os dias 6:00 da manhã e dedico quase todo o tempo ao meu trabalho e estudo.
Artium: Professor de música tendo 2000 alunos em seu curso online, como funciona esse curso?
Fábio Lima: Muitas pessoas no mundo inteiro me procuravam para saber sobre aulas de música e principalmente violão. Por este motivo, resolvi criá-lo. Foi muito bem recebido pelo público, tanto aos que desejam aprender como Hobby ou para se tornarem músicos profissionais. Abordamos questões como nomenclatura, cadências, análise e técnica violonística que serão apresentados e explorados mediante uma progressão de dificuldade natural.  
Artium: Você começou a tocar que instrumento com 12 anos?
Fábio Lima: Tive meu primeiro contato com instrumentos musicais desde os primeiros anos de vida, em casa já havia teclado, violão e bateria. Com 8 anos comecei a  estudar bateria por influência de meu irmão e com 10 contrabaixo. Aos  12 anos comecei a tocar profissionalmente, como vocalista, baixista e baterista, em duas bandas diferentes. E foi na mesma época que comecei a estudar horas de violão.
Artium: Quantos instrumentos toca?
Fábio Lima: Nunca parei para contar. Mas além dos instrumentos tradicionais de uma banda rock/pop, estudo Contrabaixo acústico, violoncelo, Sax, Trompete… Na verdade sempre invisto em novos instrumentos, para aprender e usa-los em minhas composições e produções musicais.
Artium: Já ganhou vários prêmios, dentre eles qual foi o mais importante para você?
Fábio Lima: Todos foram importantes, mas o mais marcante foi o Julian Bream Prize-UK, Considerado um dos mais importantes do violão da história, em que o único júri era o próprio Julian Bream, uma lenda do violão. Pude trazer o prêmio da última edição deste concurso ao Brasil.
Artium: No Youtube com mais de 800 mil inscritos e mais de 90 milhões de visualizações, qual o segredo desse sucesso?
Fábio Lima: Dedicação, trabalho e persistência, além de um pouco de sorte! Não é porque lido com música, que posso me dar ao luxo de levar como entretenimento. Acordo todos os dias 6:00 da manhã e dedico quase todo o tempo ao meu trabalho e estudo.
Artium: Professor de música tendo 2000 alunos em seu curso online, como funciona esse curso?
Fábio Lima: Muitas pessoas no mundo inteiro me procuravam para saber sobre aulas de música e principalmente violão. Por este motivo, resolvi criá-lo. Foi muito bem recebido pelo público, tanto aos que desejam aprender como Hobby ou para se tornarem músicos profissionais. Abordamos questões como nomenclatura, cadências, análise e técnica violonística que serão apresentados e explorados mediante uma progressão de dificuldade natural.  

Entrevista completa revista Artium 11 página 138.

Foto: Arquivo pessoal.

Shane Erics, ARTIUM 11 (FOTO, VÍDEO.)

Tempo de leitura: < 1 minuto

A cantora filipina tem a voz
 muito parecida com a de Karen Carpenter.

Artium: Sua voz é maravilhosa, muito parecida com a voz de Karen Carpenter, você também acha?

Shane Ericks: Isso é um grande elogio! Eu acho que outras pessoas ouvem a similaridade mais do que eu. Eu acho que nós compartilhamos a faixa do baixo Alto, o vibrato, o fraseado e a forma como nós damos a música. Eu nunca tentei copiar a Karen, mas apenas absorvi algumas coisas enquanto ouvia as músicas dos Carpenters.

Artium: Você já teve aulas de canto?

Shane Ericks: Embora eu tenha tido algumas lições aqui e ali na minha vida, nunca tomei aulas de forma consistente. Minha voz e meu canto foram desenvolvidos principalmente por mim mesma e são um presente de Deus.

Artium: Você ganhou o concurso Global Idol Pinoy Singing nas Filipinas, como foi?

Shane Ericks: Muito melhor do que eu poderia ter imaginado!

Artium: Você competiu com seus colegas cantores filipinos de Hong Kong, Taiwan, Austrália e Estados Unidos para ganhar seu primeiro prêmio. Por favor, conte-nos um pouco.

Shane Ericks: Eu fiz o primeiro teste  aqui na Carolina do Sul, depois competi regionalmente, depois nacionalmente em Chicago. De lá fui levada para Manila para competir nas finais depois de ser selecionada como finalista dos EUA. Eu nunca pensei que iria além das finais nacionais! Fiquei realmente surpresa quando meu nome foi chamado como a Grande Campeã Global do Pinoy Singing Idol! Foi uma emoção e uma bênção para vencer. Eu sou muito grata a este dia!

Entrevista completa Artium edição 11 página 118.

Foto: Arquivo pessoal.

KLEITON E KLEDIR – ARTIUM 11 (FOTO, VÍDEO.)

Tempo de leitura: < 1 minuto

Artium: Quantos discos gravados até o momento?




Kleiton: São mais de 20 discos gravados em português e um em espanhol. Mas estamos apenas começando...

Artium: Vocês já fizeram shows nos EUA, Europa, Oriente Médio e América Latina, qual o show e o país que mais gostaram e por que? 

Kledir: Como dizia o poeta: “Qualquer lugar do mundo é um bom lugar pra ser feliz”.

Artium: Vocês já gravaram em Los Angeles, Nova York, Lisboa, Paris, Miami e Buenos Aires, em qual desses países tiveram a melhor recepção da música brasileira? 

Kleiton: Somos sempre muito bem recebidos onde quer que se vá. Esse é um dos privilégios da nossa profissão. A gente leva alegria e recebe carinho de volta.

Artium: Tudo começou com “Almôndegas”?

Kleiton: Sim, foi nossa grande escola. Ali aprendemos a gravar e fazer shows. Almôndegas virou um clássico. Até hoje continua sendo cultuado e estudado. Recentemente o músico e historiador Arthur de Faria defendeu uma tese de mestrado onde sustenta que a banda foi um marco, um divisor de águas na história da música popular do sul do Brasil. Eu fico muito contente com tudo isso. A gente nunca faz as coisas pensando em reconhecimento e homenagens, mas quando elas acontecem é muito gratificante.

(Entrevista completa na revista Artium 11 página 104.)

Foto: Rodrigo Lopes.

Anne Reburn – ARTIUM 11 (FOTO, VÍDEO)

Tempo de leitura: < 1 minuto

Anne Requeima: Eu comecei com a dança quando eu tinha 3 anos e meio. Portanto, não foi exatamente cantando ou tocando, mas é claro que a música é uma grande parte da dança! Piano foi o meu primeiro instrumento, por volta dos 6 anos de idade, então eu comecei a ter aulas de canto aos 10 anos de idade.