THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS

Tempo de leitura: 2 minutos

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS

Integrantes: John Dillon, Steve Cash (1946- 2019, Michael Supe Granda, Bill Jones, Ruell Chappell, Ron Gremp, Dave Paiter, kelly Brown, Nck Sibley, Molly Healy.

Artium: Como e quando a banda começou?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Em Springfield, Missouri, em 1972, éramos apenas um grupo de compositores com ideias semelhantes que queriam compartilhar nossas canções originais com outras pessoas com as mesmas ideias.

Artium: Quais foram os shows mais memoráveis?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Foram tantos, que não é justo julgar ou dizer. Já tocamos para mais de 150.000 pessoas sob o Arch em St. Louis, Missouri, mas também amamos os shows íntimos.

Artium: Quais músicas vocês mais gostam de tocar e por quê?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Francamente, todas elas, é gratificante até hoje, que nossos fãs aproveitem nossas músicas originais. O ponto alto sempre será “If You Wanna Get to Heaven”.

Artium: Como foi a pandemia para vocês? Quais foram as dificuldades?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Foi difícil para todos nós, não pudemos tocar ao vivo por quase 16 meses, o que gostamos muito, mas nos permitiu reconectar com nossas famílias e apenas apreciar a oportunidade de fazer isso…

Artium: O que vocês fizeram para superar as dificuldades?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Nós escrevemos músicas e ainda estamos tentando criar material original, os compositores nunca param de escrever.

Artium: Que ideias e novidades vocês têm para a pós-pandemia e o futuro da banda?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Celebramos nosso 50º aniversário em 2022 e planejamos fazer uma turnê e continuar honrando as músicas, tocando-as para nossos fãs.

Artium: O que mais te inspira na composição?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Não existe uma coisa, as canções são escritas por inspiração, um momento no tempo, uma situação. Você não cria uma música, ela é entregue a você.

Artium: Que dica vocês dariam para um músico ou outra pessoa que queira trabalhar com arte no início de sua carreira?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Nunca desista, se você tem algo a dizer, diga…

Artium: Vocês sabiam que existem muitos fãs no Brasil? Como vocês se sentem sobre isso?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Estamos muito emocionados com nossos fãs em todo o mundo. E somos muito gratos por esse fato!

Artium: Quando vocês vêm para o Brasil? Os fãs estão ansiosos para a visita

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Não por enquanto, mas adoraria fazer isso se um promotor pudesse montar uma série de shows que fizessem valer a viagem!

Artium: Como surgiu a letra da música “You Made It Right”?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Foi escrito por John Dillon e Elizabeth Anderson sobre uma época em suas vidas quando todas as peças do quebra-cabeça se encaixavam tão bem que foram levadas a criar uma música sobre ele.

Artium: Quantas cópias da música “You Made It Right” foram vendidas?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Na verdade não sabemos, mas é tocado todos os dias, em todo o mundo.

Entrevistadores:

Vinicius Vaz

Mihail Dudcoschi DRT: 0012126/PR

Agradecimento: Dwight Glenn

Site: https://www.theozarkmountaindaredevils.com/home

Dois anos de Telescópio TV!

Tempo de leitura: 3 minutosFOTO: Igor Fiori.

Dois anos de Telescópio TV!

 

Dia 16.01.2018. A data que marca enfim o início de um sonho a ser vivido. Como todo sonho, ou “saída da zona de conforto”, começam os primeiros testes que servem para você se conhecer melhor e, você se conhecendo, ser uma pessoa melhor. Três primeiros meses trabalhando em casa e a progressão foi bem devagar. Foi então que meu pai, Dirceu Tadeu Vaz, disponibilizou uma sala em seu escritório, na MV contabilidade. Em abril surge oficialmente o nome “Telescópio TV”. Sim, três meses para decidir o nome mas é um filho, e o filho é pra sempre, então teria que ser um nome especial. O nome vai na essência daquilo que mais pulsa meu coração a fazer. Aquilo que me levou ao jornalismo e me fez amar documentários. Telescópio é um instrumento criado pelos seres humanos para enxergar além daquilo que o nosso olho nu pode enxergar. A luneta leva nosso olhos para fora da nossa caixa, leva para longe – o longe que na verdade está no nosso lado -, faz refletir, faz aumentar nossa capacidade de informação armazenada fazendo com que o ser humano tenha uma experiência única e a partir daquilo, ela possa sair uma pessoa melhor, uma pessoa renovada. Tudo isso, é claro, deixando a pessoa viajar livremente na sua experiência, sem impor ou querendo convencer de algo. Acima de tudo um toque de reflexão e inspiração no coração, na mente e na alma. No mês de maio, o primeiro vídeo publicado na história está no canal! O vídeo da ong Instituto Diamante Verde (IDV) levando crianças da Escola Municipal Professora Clara Anadir Buzato até a nascente do rio Barigui, na região de fronteira de Almirante Tamandaré e Rio Branco do Sul. Consciência ambiental e sustentabilidade. E assim foi caminhando com vídeos para empresas, vídeo clipes, vídeo para ong’s até chegar a vez do primeiro documentário! O doc foi intitulado como “Pista do Gaúcho – A Raiz do skate Curitibano.” A repercussão foi maior do que imaginávamos: entrevistas para Gazeta do Povo, Massa News, CBN, ao vivo na ÉPARANÁ e matéria aqui mesmo, na revista Artium! Surfando no asfalto do skate, graças ao documentário tivemos portas abertas para novas parcerias e projetos. Em especial, a Skateboard Television tivemos a oportunidade de gravar campeonatos de skate por Curitiba, Matinhos e Paranaguá e entrevistar skatistas que já foram realidade, que são ou ainda vão ser no cenário brasileiro e mundial. Ainda sobre viagens, por meio do convite do professor Felipe Negreli, tivemos a oportunidade de participar de um grande projeto da Bienal chamado “cinema na praça” que levou o cinema para cidades de até 40 mil habitantes pelo interior do Paraná e oficinas de cinema pelas escolas públicas da região. Corbélia, Guaíra, Itaipulândia, Capanema, Santo Antônio do Sudoeste.  Em uma semana estive na divisa com Paraguai, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Argentina. Cansou? Cansei. Mas que cansaço satisfatório! Secretários da cultura, professoras e professores trabalhando para que a próxima geração faça esse mundo ser um lugar melhor para se viver. Sai bastante esperançoso. E claro, sempre tem aquelas alunos e alunos que tende a ter uma intimidade com a arte. Seja na escrita de um roteiro, segurando a câmera ou atuando. Na volta pensei que é por isso que minha tataravó, bisavó, avó e minha mãe gostavam tanto de dar aula. Talvez tenha sentido um pouco do que elas sentiam – e quem sabe você possa voltar a sentir isso, né mãe? -. E assim 2019 continuou, com mais vídeos para empresas e ong’s. Entre erros e acertos, as experiências que faltavam agora adquiridas, mais estudos, evolução constante, sem se deixar abalar por críticas não construtivas, um grande jogo psicológico e emocional que você tem que aprender a jogar e claro, o esforço, que nunca pode faltar. Confesso que, muita coisa aconteceu diferente do que eu imaginava. Quando você assiste algo e vê somente o palco e quer estar lá, esquece que existe os bastidores. Sorte que eu acabei gostando dos bastidores e aprendi que na verdade ela é a parte mais importante. Persistência e calma que tudo vem no tempo certo.  E de fato o mundo retribui. Ultimo dia de trabalho em 2019, um dia antes de fazer uma grande viagem de férias para a Argentina, meu pai vem até a minha sala com o celular e mostra: “filho, graças ao vídeo que vocês fizeram para a Escola Nilza Tartuce, uma doutora doou tudo isso – não citarei números, hehe – para a ong.” Na hora avisei meus amigos e companheiros de trabalho, Lucas de França e Igor Fiori. Aquilo pra mim foi meu oscar, aquele foi o prêmio por toda a dedicação do ano, é para isso e por aquele momento que fiz esse filho, chamado Telescópio TV, e ele completou 2 anos no dia 16.01.2020.

 

Assistam o vídeo do Léo, leão solidário da Escola Nilza Tartuce: https://www.youtube.com/watch?v=1pkC2vAYaB4