Archives 2021

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS

Tempo de leitura: 2 minutos

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS

Integrantes: John Dillon, Steve Cash (1946- 2019, Michael Supe Granda, Bill Jones, Ruell Chappell, Ron Gremp, Dave Paiter, kelly Brown, Nck Sibley, Molly Healy.

Artium: Como e quando a banda começou?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Em Springfield, Missouri, em 1972, éramos apenas um grupo de compositores com ideias semelhantes que queriam compartilhar nossas canções originais com outras pessoas com as mesmas ideias.

Artium: Quais foram os shows mais memoráveis?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Foram tantos, que não é justo julgar ou dizer. Já tocamos para mais de 150.000 pessoas sob o Arch em St. Louis, Missouri, mas também amamos os shows íntimos.

Artium: Quais músicas vocês mais gostam de tocar e por quê?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Francamente, todas elas, é gratificante até hoje, que nossos fãs aproveitem nossas músicas originais. O ponto alto sempre será “If You Wanna Get to Heaven”.

Artium: Como foi a pandemia para vocês? Quais foram as dificuldades?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Foi difícil para todos nós, não pudemos tocar ao vivo por quase 16 meses, o que gostamos muito, mas nos permitiu reconectar com nossas famílias e apenas apreciar a oportunidade de fazer isso…

Artium: O que vocês fizeram para superar as dificuldades?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Nós escrevemos músicas e ainda estamos tentando criar material original, os compositores nunca param de escrever.

Artium: Que ideias e novidades vocês têm para a pós-pandemia e o futuro da banda?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Celebramos nosso 50º aniversário em 2022 e planejamos fazer uma turnê e continuar honrando as músicas, tocando-as para nossos fãs.

Artium: O que mais te inspira na composição?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Não existe uma coisa, as canções são escritas por inspiração, um momento no tempo, uma situação. Você não cria uma música, ela é entregue a você.

Artium: Que dica vocês dariam para um músico ou outra pessoa que queira trabalhar com arte no início de sua carreira?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Nunca desista, se você tem algo a dizer, diga…

Artium: Vocês sabiam que existem muitos fãs no Brasil? Como vocês se sentem sobre isso?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Estamos muito emocionados com nossos fãs em todo o mundo. E somos muito gratos por esse fato!

Artium: Quando vocês vêm para o Brasil? Os fãs estão ansiosos para a visita

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Não por enquanto, mas adoraria fazer isso se um promotor pudesse montar uma série de shows que fizessem valer a viagem!

Artium: Como surgiu a letra da música “You Made It Right”?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Foi escrito por John Dillon e Elizabeth Anderson sobre uma época em suas vidas quando todas as peças do quebra-cabeça se encaixavam tão bem que foram levadas a criar uma música sobre ele.

Artium: Quantas cópias da música “You Made It Right” foram vendidas?

THE OZARK MOUTAIN DAREDEVILS: Na verdade não sabemos, mas é tocado todos os dias, em todo o mundo.

Entrevistadores:

Vinicius Vaz

Mihail Dudcoschi DRT: 0012126/PR

Agradecimento: Dwight Glenn

Site: https://www.theozarkmountaindaredevils.com/home

Biah Ramos – Nick Farewell

Tempo de leitura: 3 minutos

Biah Ramos: Brasileiro e coreano?

Nick Farewell: Brasileano (rs). Me considero duas nacionalidades de cada. Acredito que seja uma grande vantagem em conhecer e ter vivenciado duas culturas.

Biah Ramos: Nasceu onde?

Nick Farewell: Nasci em Chuncheon, capital do estado de Kyung-ki, Coreia do Sul.

Biah Ramos: Se considera mais brasileiro ou coreano?

Nick Farewell: Morando 2/3 da minha vida no Brasil, hoje, me considero mais brasileiro.

Biah Ramos: O título de seu livro, como teve à ideia de usar simplesmente “GO”?

Nick Farewell: Quando Demóstenes, o celebre orador grego, discursava, ninguém dizia “nossa, que discurso bonito”. Todos diziam, “Vamos destruir o Cartago!”. Eu queria escrever um livro que levasse as pessoas à ação. Por isso, o título GO. É um livro imperativo com finalidade de que as pessoas realizassem os seus desejos e perseguissem os seus sonhos.

Biah Ramos: Em vez de usar aventura você usou “Desventura” como surgiu essa ideia?

Nick Farewell: Eu acho que são duas coisas. Aventura e desventura. Na verdade, a vida é um grande paradoxo. Eu observo na totalidade. No fim, as duas coisas no sentido refletivo e de vivência significam as mesmas coisas. Tudo resulta na vida. E isso é uma grande aventura. Para alguns podem ser desventura. Dependendo de como você absorve, aprende e deseja seguir em frente para ter êxito.

Biah Ramos: Como surgiu a história do “DJ”?

Nick Farewell: Na época em que escrevi, 2003, 2004, bares de rock alternativo estavam em alta. E eu tinha desejo de incorporar a música como uma espécie de personagem. Inclusive, para entender melhor o personagem DJ, eu mesmo comecei a discotecar. Diria que eu virei o personagem depois. Posso dizer que eu vivi o livro e não o contrário.

Biah Ramos: Muitas pessoas me falaram que acharam a história como uma poesia concorda?

Nick Farewell: Sério? Não ouvi muito isso (rs). Mas se você está dizendo isso, agradeço. Eu acho que GO tem muito de prosa poética. Eu tentei me concentrar em tragicomédia. Ao descrever a vida em termos de tragicomédia, percebi que resvala muito na poética. É novamente o paradoxo da vida se manifestando. Na verdade, não é que a história é uma poesia. A vida é uma poesia.

Biah Ramos: A história é baseada em fatos reais?

Nick Farewell: Alguns sim, alguns não. O mais engraçado é que o que parece ficção e realidade e o que parece realidade é pura ficção. Acredito que uma das graças do livro é essa também. Você tenta adivinhar o que é real ou que é ficção. No fim, descobre e entende sobre a vida. E acredito que é isso é real.

Biah Ramos: Quantos livros você já escreveu?

Nick Farewell: Sete. Além de GO, Manual de sobrevivência para suicidas (poesia), Mr. Blues % Lady Jazz (romance). Uma vida imaginária (romance), Reversíveis (poesia). Não existem super-heróis na vida real (HQ) e Valdisnei Um Dois Três Quatro da Silva (Romance).

Biah Ramos: Qual livro que caiu no gosto do público?

Nick Farewell: É difícil dizer isso, no fundo, porque meus leitores são fiéis. Quase todos meus leitores fazem coleção dos meus livros (rs). Mas tudo começou realmente com GO. É um livro tão passional e impactante na vida dos leitores que eles fazem tatuagem do título.

Biah Ramos: Teremos outros lançamentos?

Nick Farewell: Sim. Eu já tenho dois livros prontos da trilogia de livros ilustrados. E penso em escrever um que se passa na pandemia. Fora isso, pasme, já tenho ideia para mais 9 livros.

Biah Ramos: Projetos futuros?

Nick Farewell: No momento, estou me concentrando em cinema e seriado. Mais especificamente, escrevendo roteiros. Já tenho um seriado em andamento que assinei o contrato com uma grande produtora e pretendo dar continuidade escrevendo histórias surpreendentes e relevantes para o público brasileiro e mundial. Estou empenhado em aumentar a audiência das minhas histórias, diversificando a minha atuação, inclusive, atuando no exterior.

Li Otta

Tempo de leitura: 2 minutos

Artium: Compositora, arranjadora e maestro, você tem música na sua alma?

Li OTTA: Claro, sempre tive música na minha alma. É a alma que permite que a música seja realizada. Não há outra maneira de criar música.

Artium: A música “Royal Safary” é simplesmente linda, você a escreveu?

Li OTTA: Sim, obrigada!

Artium: O que te inspirou a criar Sheldo?

Li OTTA: A música sempre vem na forma de energia, que é realizada através do conteúdo musical, sons, ritmos, timbres, etc… Então é inventado um nome que melhor se adapta à música resultante.

Artium: Como você consegue combinar todos esses estilos em uma música?

Li OTTA: Eu amo a orquestra e sempre penso nas cores da orquestra. Cada instrumento é um personagem do teatro musical. Aparentemente, tenho essa percepção. É colorido e bonito.

Artium: Como você descreveria suas músicas?

Li OTTA: Canções sem palavras. As palavras não são necessárias aqui, elas são supérfluas. A própria música pode dizer muito. É a música instrumental que pode dar ao ouvinte mais do que uma canção.

Artium: Onde você se inspira para escrever canções?

Li OTTA: Em todos os lugares. O mundo inteiro é inspiração.

Artium: Você poderia nos contar um pouco sobre os membros da banda, seus nomes e os instrumentos que tocam?

Li OTTA: Nossas participantes são meninas, tocando instrumentos diferentes. Todas elas são apresentadas no projeto como heroínas do teatro musical, que representam sua ação no palco, e as participantes se substituem, alternando em solos, duetos e outras colaborações e por isso que é orquestra. Cada participante pode tocar vários instrumentos conosco. Alexandra toca pratos e saltério bielorrussos, Maria toca bateria, darbuka, vibrafone, Oksana toca violino, Olga toca guitarra elétrica, esta é uma representante do rock na banda, também uma cítara indiana e uma bouzouka grega, Anya, toca teclados, assim como flauta pan e flauta Hulusi chinesa, Alla toca trombone e acordeão, Katya, baixo, bouzouk irlandês e banjo.

Artium: A orquestra tem um CD gravado, como e onde comprá-lo?

Li OTTA: Temos três álbuns e três singles. Eles são apresentados em todos os recursos digitais iTunes, Amazon, Spotify e outros. Existem muitos deles. Basta inserir o nome do grupo Otta Orchestra no sistema dessas lojas digitais e os nomes dos nossos discos aparecem.

 Artium: Vocês já tocaram fora da Rússia, como foram recebidas?

Li OTTA: Fizemos dois shows solo na China, fomos muito bem recebidas. O público chinês é muito amigável.

Artium: Quando vocês vão tocar no Brasil?

Li OTTA: Ficaremos felizes em tocar no Brasil, gostamos muito deste país. ele é muito extraordinário em acolhimento e cultura. Acho que o público brasileiro também vai se interessar pelo nosso trabalho, então teremos o maior prazer em considerar um convite para tocar para vocês.

Artium: Projetos futuros?

Li OTTA: Nosso credo é agradar os corações e as almas das pessoas com a nossa música, transmitir a elas nossa criatividade, e por meio de nossa música, aquecê-los, e encher seus corações de amor. Portanto, nossos projetos futuros será, fazer shows sempre que possível, em todos os lugares do mundo.

Site: http://www.ottaorchestra.com/musicians.html#

Relação de vídeos:

https://www.youtube.com/watch?v=Yk_ESgNGi9I
https://www.youtube.com/watch?v=4yyBHT0-r30
https://www.youtube.com/watch?v=YIX1N7yFdr0
https://www.youtube.com/watch?v=uguYkIj_DBo
https://www.youtube.com/watch?v=nehgvghXmTQ
https://www.youtube.com/watch?v=RJMSX7qTvws

RockMilady

Tempo de leitura: 3 minutos

Artium: Você nasceu em Budapeste?

RockMilady: Não, nasci em Győr, mas morei em Budapeste durante meus estudos na Universidade de Medicina. Depois de terminar, voltei para Győr, aqui trabalho como dentista e também com música.

Artium: Cantora, guitarrista, médica dentista não é muito para apenas 25 anos?

RockMilady: Tocar violão faz parte da minha vida há 11 anos. Comecei a aprender quando fui para a escola primária. Tive um professor muito bom. Quando fui para o ensino fundamental, decidi ser médica, então me inscrevi para a Faculdade de Medicina, onde estudei para ser dentista. Naquela época também fiz alguns shows e aparições nas maiores TVS, mas apenas nas mais importantes. Terminei a faculdade com 24 anos trabalho na minha profissão e continuo tocando.

Artium: Você também compõe?

RockMilady: Certamente, eu tenho muitas músicas próprias, mas em meus shows eu toco adaptações também. No momento, a versão para guitarra de Hallalujah de Leonard Cohen é a mais popular. Cerca de 10 milhões de pessoas assistiram no Youtube até agora.

Artium: Você começou aos 14 anos na guitarra ou violão?

RockMilady: Sim, comecei a tocar violão aos 14 anos. Eu me apaixonei por esse instrumento musical. Meus pais também me ajudaram nos estudos musicais. Dois anos depois, quando ganhei minha primeira guitarra elétrica, aprendi o solo de guitarra no final do Hotel California do The Eagles. Foi nessa época que decidi ser guitarrista solo.

Artium: Como foi recebido o seu primeiro CD lançado em 2015 e como você escolheu o título “Be my Victim”?

RockMilady: Minhas primeiras quatro músicas ficaram prontas em 2015. Uma delas é o processamento de uma música de um produtor, guitarrista e cantor norueguês Ole Evenrude, que me permitiu reescrever a letra original com um novo título Be my Victim. É uma música de concerto realmente dinâmica. O CD promocional com as quatro músicas tem o mesmo título.

Artium: Fale um pouco sobre o CD ‘I’m rolling rocks’ feito em 2016, como foi recebido pelo público?

RockMilady: Tive que fazer a música e o clipe rapidamente porque fui convidada para fazer parte de um programa de TV e essa música foi escolhida para ser exibida. Primeiro tínhamos que terminar o trabalho no estúdio e depois poderíamos fazer o clipe. Felizmente, trabalhamos com um cinegrafista muito bom e conseguimos terminar o clipe em poucos dias. Tem sido um grande sucesso e uma das músicas básicas em meus shows desde então.

Artium: Suas músicas já foram tocadas em rádios de outros países, quais?

RockMilady: Sim, estou muito feliz porque há estações de rádio estrangeiras onde minhas músicas são tocadas. Primeiro, o editor de uma rádio comercial em Iowa (EUA) tocou algumas de minhas músicas com letras em húngaro com sucesso. Mais tarde, rádios espanholas, portuguesas, alemãs, uruguaias e canadenses introduziram minhas canções, o que me deixa feliz. Agora, os mais populares são a versão para guitarra de Hallelujah e o cover de I Hate Myself for Loving You de Joan Jett.

Artium: Fale-me um pouco sobre o livro ‘Rock and Roll to Death’?

RockMilady: Este livro foi escrito por um dos mais populares especialistas em rock e jornalista húngaro e é sobre as famosas bandas de rock e cantores húngaros dos anos 60 até agora. Ele escreveu que eu sou a esperança para o futuro, o que é realmente uma honra para mim.

Artium: Seu canal no YouTube “RockMilady” tem quantas visualizações?

RockMilady: Meu canal no Youtube tem quase 30 milhões de espectadores e 115 mil assinantes até agora. É por isso que recebi o Prêmio Prata para Criadores do Youtube, EUA, do qual estou muito orgulhosa.

Artium: O vídeo I Hate Myself For Loving You (Joan Jett) é simplesmente um SHOW, parabéns a sua voz, guitarra e baixista e o baterista, e quem teve a ideia da produção do vídeo?

RockMilady: Sim, neste clipe gostaríamos de mostrar a atmosfera em um show do RockMilady, então é um clipe de referência. Joan Jett é um dos meus ídolos femininos ao lado de Orianthi porque ela é versátil e perseverante. Eu também adoro essa música, então ficou evidente fazer esse cover.

Artium: O vídeo “Karácsony reggelén” me fala um pouco sobre a produção, e você tocar com a neve caindo foi legal?

RockMilady: Esta música de trinta anos foi escrita por um amigo da família. músico e compositor, László András Keszei. Eu estava pensando em fazer a versão moderna da música há muito tempo e no ano passado eu fiz. Eu cantei a música em húngaro e inglês, então fizemos dois clipes. A queda da neve foi feita no estúdio. Estou muito feliz porque muitas pessoas gostaram dessa música para o coração.

Artium: O vídeo “Hallelujah” é lindo, a combinação de sua voz e guitarra, e mais a paisagem eu diria muito inspirador, onde foi gravado?

RockMilady: Sim, talvez seja uma das músicas mais bonitas de Leonard Cohen e uma das minhas favoritas. Então, eu queria trabalhar com a música, mas não queria cantá-la porque há tantas adaptações fantásticas, então decidi deixar minha guitarra cantar em vez de minha voz. O clipe foi filmado no castelo em Dürnstein, Áustria.

Site: www.rockmilady.hu

Vídeos:

https://www.youtube.com/watch?v=fatKYRPB5sw
https://www.youtube.com/watch?v=mtDdq_-3tcw
https://www.youtube.com/watch?v=SUwZibXLwBk
https://www.youtube.com/watch?v=NuNRXq2025o
https://www.youtube.com/watch?v=gGsaqHQ3S1c
https://www.youtube.com/watch?v=CZWCxuzBCzY
https://www.youtube.com/watch?v=Q8PcmKYmdzY
https://www.youtube.com/watch?v=4WqAe7e_H5o
https://www.youtube.com/watch?v=xxmEiFv-zhk
https://www.youtube.com/watch?v=2K-0B3OzI1U
https://www.youtube.com/watch?v=dycvRVp_Q6Q

Alexandr Misko -Rick Astley – Never Gonna Give You Up (Alexandr Misko)

Tempo de leitura: < 1 minuto

* Obter minhas guias e álbuns de guitarra exclusivamente no https://alexandrmisko.com/shop

* Meu novo álbum ‘Roundtrip’ foi lançado e está disponível em todos os lugares! https://smarturl.it/roundtrip-album

“CAPAS & NOVAS VERSÕES, VOL.1” incluindo esta música junto com “Pirates Theme”, “We Will Rock You”, “Wind of Change” e muitos outros agora disponíveis em todas as lojas digitais! iTunes (EUA):

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Amazon (internacional):

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Spotify (internacional):

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Tuning: A#FFFG#C# Minha página de músicas do Facebook: https://www.facebook.com/alexandrmisko

Instagram:

https://instagram.com/alexandrmisko

Meu grupo em VK:

https://vk.com/guitarmisko

Evantra Millecavalli takeover videogame

Tempo de leitura: < 1 minuto

(Pontedera, 1 de junho de 2021) Após o sucesso do Asphalt 8: Airborne, a Gameloft e a Mazzanti
Automobili decidiram continuar a sua colaboração e iniciar uma nova aventura.
Desta vez, o protagonista é o “selvagem” Evantra Millecavalli que aparecerá nas telas da
“temporada italiana” de Asphalt 9: Legends. Nesta versão, os jogadores poderão escolher os
supercarros italianos que se destacam no mercado internacional graças à sua habilidade excepcional e
engenharia de alta qualidade.

Desde 7 de maio, os proprietários de “Legend Pass” tiveram uma “prévia” ao participar de um pré-lançamento.
Evento especial e têm gostado de dominar a pista graças à velocidade e potência que distinguem
o Evantra Millecavalli do resto do pelotão.

“Estou muito satisfeito em colaborar com a Gameloft e a Asphalt e em fornecer aos entusiastas do hipercarro uma forma única de vivenciar o universo da Mazzanti Automobili, especialmente neste período em que as reuniões físicas foram temporariamente suspensas devido à situação de saúde. Além disso,
vendo o Millecavalli Evantra ser escolhido para representar o que há de melhor na engenharia automotiva italiana e para celebrar a marca “Made-in-Italy” me deixa extremamente orgulhoso “. 

(Luca Mazzanti, fundador)

Ananda Jacques une afrobrasilidade e futurismo em novo clipe

Tempo de leitura: 2 minutos

Para amar o outro é preciso amar a si mesma. A partir desta percepção, Ananda Jacques lança o single e clipe “Amor de Cafeína”, que desenvolve também a ideia de que somos vários, sem deixar de sermos únicos. A música traz forte influência da MPB e do afrofuturismo, e encontra força na potente voz de Ananda (SP), que compôs letra e melodia e gravou voz e violão sozinha em seu quarto. Entre os cenários do clipe estão a cozinha-jardim e a Feira Livre de Sorocaba, em São Paulo.

“’Tudo o que amamos faz parte de quem nós somos.’ Meu novo clipe parte do autoamor e de reconhecer a si mesma para vislumbrar uma entrega. É a continuação do trabalho ‘Coroa de Prata’ (2019), onde se deixava ir o desamor após um banho. Desta vez, descobrimos a cozinha deste apartamento onírico. Se faz muito presente o encontro da afrobrasilidade com o futurismo.”,define Ananda Jacques.

O roteiro é obra de Ella Vieira, que também participou dos clipes anteriores, “Macumba de Apartamento” e “Coroa de Prata”. Alguns easter eggs em relação aos vídeos anteriores são encontrados, como as mãos de prata, como vistas em Coroa de Prata, que ficam atrás de Ananda Jacques em alguns takes, desta vez, ao invés de a presentearem com joias, trazem frutas e legumes. E a coroa utilizada em “Macumba de Apartamento”, aparece desta vez como item de cena em “Amor de Cafeína”.

“O roteiro do clipe foi escrito por Ella Vieira, em uma conversa que tivemos sobre como eu compreendia minha própria letra e seus possíveis caminhos visuais. O clipe contempla muitos lados meus! Sou uma pessoa que gosta de futuro. Fã de viagem no tempo, multiverso, aquilo que chamamos de ficção. Possibilitar o encontro desses temas a uma estética afrobrasileira, trazendo a Umbanda (religião de origem brasileira e da qual sou adepta), a feira livre e a cozinha-jardim é com certeza uma proposta interessante.”, conta.

Ananda Jacques é cantora e compositora de Sorocaba (SP). Suas músicas evocam a fé nos Orixás, o contexto social e político para uma mulher preta no Brasil, e também afetos e anseios. Sua força para seguir na carreira independente teve o impulsionamento de projetos como o Girls Rock Camp Brasil e SONORA (Ciclo Internacional de Compositoras).

A composição de música e letra, a captação de áudio, voz e violão, é de Ananda Jacques. O piano, tambores, timbres, além da mixagem e masterização, são de Tiago Giovani. A direção de arte, roteiro, cenografia e produção ficou por conta de Ella Vieira. Pietro Godinho atuou como co-roteirista. A direção de fotografia é de Pedro Diniz, também responsável pelos stills. Já Eduardo Floresta atuou como assistente de cenografia e de produção. 

A assistência de produção foi responsabilidade de Eduardo Balhe e de Paulo Falcadi, também responsável pela foto de capa e pelas fotos de divulgação. As fotos de divulgação contaram com design de Natália Bruscato. O stylist e figuração são de Medusa Camargo, enquanto a maquiagem é de Kerolim Marcelino. A Tetê Rodrigues é a cuidadora da Galinha Quitéria, que é figurante no clipe. A dublê de Ananda Jacques é Karoline Reis.

Os agradecimentos vão para Neusa Jacques, Carla Jacques, Braza Filmes, Caodenado, Casaqueto, Maloca Centro Cultural, Duda Gava Caciatori, Tarragó, Bruno Gabriel, Anderson Nascimento, Luan Fernandes, Felipa Alduína, Douglas Emílio, Natália Bruscato, Casatrito e Feira livre de Sorocaba.

Mesa de Bilhar Bugatti

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A coleção Bugatti Lifestyle expandiu mais uma vez com a adição da Mesa de Bilhar Bugatti que reflete as melhores qualidades dos carros hiperesportivos feitos em Molsheim. A mesa de sinuca oficialmente licenciada – feita em parceria com a IXO®, designers e especialistas em construção de produtos de fibra de carbono – é o complemento ideal para qualquer colecionador Bugatti.

Fiel ao nome Bugatti, a mesa de bilhar usa tecnologia inovadora para dar-lhe uma vantagem sobre os produtos rivais. Um sistema opcional de servo acionado implanta um sensor giroscópico para nivelar a mesa – no caso de instalação a bordo de um iate. Cada perna pode se mover para compensar o movimento de um navio e permanecer perfeitamente nivelada. O sistema pode se ajustar em apenas cinco milissegundos, e o movimento é concluído em silêncio total com ajuste sem vibração.

Assim como os carros hiperesportivos feitos em Molsheim, a Mesa de Bilhar Bugatti é feita de materiais da mais alta qualidade e ainda usa o famoso emblema Bugatti. O acabamento em fibra de carbono da mesa de bilhar representa a natureza esportiva da marca francesa de luxo, enquanto a estrutura forte da mesa é sustentada por alumínio usinado e titânio. O produto atende aos padrões de uma mesa de bilhar de torneio profissional.

Uma placa única adorna cada mesa de bilhar Bugatti, exibindo o famoso logotipo Bugatti e o número de edição limitada de cada produto – assim como com cada carro hiperesportivo recebe do Atelier. A mesa de sinuca é feita em uma tiragem limitada de 30 mesas, das quais cinco serão fabricadas pela IXO® em 2021. As laterais das gavetas da mesa de sinuca são fabricadas em alumínio usinado CNC, escovado e anodizado, completo com o logotipo Bugatti. Os bolsos das bolas feitos de aço inoxidável são forrados com couro, com acessórios completos com parafusos e porcas de titânio para evitar a corrosão das peças de alumínio.

Enquanto a mesa de bilhar Bugatti complementa qualquer carro hiperesportivo em uma coleção, os produtos em uma variedade de acessórios oficiais são a combinação perfeita para este equipamento esportivo. O suporte de taco de parede é acabado em fibra de carbono, também com uma tela de toque de alta resolução de 13 polegadas para controlar as pontuações. Os tacos de pool de fibra de carbono apresentam extremidades de alumínio anodizado e usinado CNC que são feitas com o mesmo design dos botões dos carros hiperesportivos Bugatti.

Um plafon de LED regulável também é feito de fibra de carbono, enquanto outros acessórios da marca oficial Bugatti incluem uma caixa de giz, com acabamento em preto com alumínio anodizado, escova de limpeza em preto, uma mala feita em couro Bugatti para transportar o conjunto de bolas Aramith Tournament Pro já uma chave USB, apresentada também em uma caixa de alumínio usinado em CNC, inclui fotos e vídeos de cada mesa confeccionada, para que o cliente possa conhecer o histórico completo das etapas de fabricação de sua mesa de sinuca. A caixa é forrada com o mesmo couro usado na construção da Mesa de Bilhar.

Stephan Winkelmann, presidente da Bugatti Automobiles, disse: “É um prazer trabalhar com um parceiro de fabricação que reflete as qualidades da Bugatti. Através de nossos valores compartilhados, podemos ter certeza que a Mesa de Bilhar Bugatti será feita com materiais de altíssima qualidade, que o padrão de produção limitada será muito alto e que a tecnologia utilizada para fazer o produto é avançada. Nós apenas escolhemos os melhores parceiros para representar nossa famosa marca Bugatti, mas sabemos que a IXO® atenderá aos mesmos padrões que esperamos na produção de carros esportivos hiper feitos em nosso Atelier de Molsheim.”

A primeira mesa de bilhar oficial Bugatti será entregue aos clientes em junho e está disponível para compra por € 250.000, incluindo os acessórios.

Pedro Sanchez, General Manager da IXO®, disse: “Quando começamos a desenvolver o projeto Bugatti Pool Table, sabíamos que tínhamos que ser diferentes e nos destacar em todas as áreas para sermos extraordinários. Na IXO®, bom nunca é suficiente. Buscamos a perfeição e o objetivo da qualidade final em todos os aspectos, e esse é um alvo em movimento. Quer se trate de beleza, luxo, elegância, exclusividade ou durabilidade, fazemos questão de elevar a marcenaria. Todo o tempo, emoção, conhecimento e recursos disponíveis foram gastos. Nada foi poupado – tudo foi arriscado e sacrificado – para criar um ser além da imaginação. Eu realmente sinto que nossas criações têm alma. Nós colocamos nossos corações neles.”

Rayssa Leal por Aurê Aguiar.

Tempo de leitura: 2 minutos

“Se você pode sonhar, você pode realizar.” Essa frase de Rayssa Leal, a medalhista olímpica mais jovem do Brasil, transformou a segunda-feira de milhões de brasileiros em um dia encantado.

Nossa fadinha, de 13 anos, fez a mágica própria dos revolucionários: acendeu corações com sua luz. Rayssa iluminou possibilidades, equivocou nossas dúvidas sobre a existência de fadas, reforçou nossa crença em um novo mundo mais igualitário. Agora, temos mais razões para acreditar. 

A palavra fada vem do latim fatum, que significa fado, destino, e encontrou na energia da skatista seu lar perfeito. Nossa fadinha fez o Brasil da Pandemia voltar a sorrir. Mais ainda, inspirou o mundo a realizar sonhos com alegria, leveza e magia.

Algumas reflexões deixadas pelo pó de pirlimpimpim de Rayssa:

* Viver é mover-se. Permita que seu corpo seja a expressão da sua alma.

* Sonhos inspiram o mundo a sonhar. Sonhos libertam a magia escondida no outro.

* Ser humano é ser inteiro. Esteja em você ao sorrir e ao chorar. Sentir grande te faz imenso. Sentir-se grande não.

* Sustente a sua verdade, ainda que ela não caiba nos caixotes do mundo.

* Realize com alegria. Divirta-se. Privilegie a leveza enquanto faz o seu melhor. Flua.

* Seja afetuoso. Você é um presente para o mundo e o outro também. Acolha abraços com o coração.

* Faça trocas justas. Se você precisa do dente, pague a moeda.

* O esporte inclui, traz para o jogo da vida os excluídos.

* Seja grato aos que acreditaram e apoiaram a realização do seu sonho.

* Esteja consciente do que você representa para sua família, seus amigos, sua comunidade, para o Universo. Todos os seus atos são relevantes.

* Equilibre-se. Cair e levantar são apenas treinamentos.

* Sua mente é o seu limite. Você faz a sua história. Reescreva seu papel quantas vezes quiser.

* Defina seu tempo nesta dimensão pela potência de vida que você contém.

* Dê asas para os seus filhos.

* E, acima de tudo, permaneça na sua magia. 🧚🏼‍♂️🧚🏻‍♀️🧚🧚🏼‍♂️🧚🏼‍♂️ Aurê ✨🌸💫

Rayssa Leal | Novas Fadas | Eu acredito em Fadas | Nike.

Eu acredito em Fadas By: NIKE

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CARLO PIGNATELLI

Tempo de leitura: 3 minutos

Artium: Como começou no ramo?

Carlo Pignatelli: Quando eu ainda morava em Brindisi, meus pais me mandaram para uma alfaiataria no período da tarde, era uma espécie de pós-escola educacional onde eu aprendia trabalho de alfaiate. Com o passar do tempo fui me apaixonando. Lá pude me familiarizar com as técnicas e “segredos” da alfaiataria masculina de alto nível. Foi só quando me mudei para Torino, aos vinte anos, que comecei aos poucos e com pequenos passos a empreender minha carreira, sem pensar em exagerar, mas sempre desenvolvendo novos projetos que pudessem fazer crescer aquele pequeno laboratório, sempre em nome de uma identidade. A crescente demanda por minhas criações me obrigou a ampliar meu laboratório até a atual empresa.

Artium: Quando foi aberto o seu primeiro ateliê e em que cidade?

Carlo Pignatelli: Abri meu primeiro ateliê em Torino em 1973.

Artium: Foi bem aceito pelo público?

Carlo Pignatelli: Sim, tem sido um sucesso crescente.

Artium: Em que momento você decidiu ir às passarelas?

Carlo Pignatelli: Cerca de dez anos após a abertura do meu primeiro ateliê, organizei meu primeiro desfile de moda em um dos ambientes mais exclusivos de Torino, o Hotel Principi di Piemonte, onde apresentei as coleções masculino e feminino, que imediatamente conquistaram o público, também graças ao final espetacular, apresentei vestidos de noiva e ternos de noivos. Em 1993 cheguei às passarelas de Milano Collezioni Uomo.

Artium: Fale um pouco sobre a parceria com a Juventos F. C.?

Carlo Pignatelli: Posso dizer que é graças à minha intuição que nasceu o sindicato moda / esporte: comecei a fazer roupas sob medida como o uniforme do Juventus, depois coloquei os jogadores na passarela e comecei uma tendência seguido por muitos. A colaboração com o Juventus começou em 1995 e durou muito tempo. Profissionalmente foi um grande desafio desenhar os uniformes para os jogadores, sendo atletas seus corpos não se enquadram nos padrões e por isso é necessário um estudo particular de proporções e silhuetas.

Artium: Quantas lojas tem a marca “Carlo Pignatelli” hoje e em quais países?

Carlo Pignatelli: A rede de distribuição das coleções atualmente conta com uma loja principal em Torino e várias lojas na Itália e no exterior, enquanto uma forte estrutura de varejo garante uma presença generalizada do estilo Carlo Pignatelli em todo o mundo com mais de 400 lojas de varejo multimarcas.

Artium: Você pode nos dizer os nomes das pessoas famosas que usaram sua marca?

Carlo Pignatelli: Marcello Mastroianni, Il Volo, Mariano di Vaio, Didier Drogba, Gigi Buffon, Antonio Conte, Gabriele Muccino, Valentino Rossi e muitos outros.

Artium: Qual é a sua filosofia empresarial?

Carlo Pignatelli: Tailoring é sem dúvida a palavra-chave que melhor interpreta e define a identidade da marca Carlo Pignatelli. Uma qualidade distintiva e o mais genuíno da Mde na Itália marcam a história da marca desde a criação de suas primeiras coleções masculinas e femininas para roupa formal, até a evolução estilística contemporânea.

Artium: Como você definiria seu conceito de moda?

Carlo Pignatelli: O compromisso contínuo de reinterpretar, reinventar e até revolucionar o conceito de roupa formal desempenha um papel importante na minha moda.

Artium: De onde vem a inspiração para fazer suas roupas?

Carlo Pignatelli: Gosto de inspirar-me em várias fontes, desde as minhas viagens, filmes, pinturas… tudo se forma a partir dos princípios da harmonia, do equilíbrio geral e da elegância, elementos essenciais da minha moda.

Artium: Você tem planos de abrir uma loja “Carlo Pignatelli” no Brasil?

Carlo Pignatelli: Temos planos de expandir para o exterior e certamente o Brasil é um mercado interessante que não excluímos.

Artium: Projetos futuros?

Carlo Pignatelli: O desenvolvimento da nova linha de noivos que acabamos de lançar em colaboração com a Pronovias e a expansão para os mercados emergentes.

Website: https://www.carlopignatelli.com/

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