Yana Kremneva

Tempo de leitura: 3 minutos

Artium: Onde você nasceu?

Yana Kremneva: Eu nasci na Ucrânia na região de Luhansk, mas de um mês até os vinte e um anos vivi na Rússia na região de Rostov em Bataysk, depois mudei para Moscou onde vivo até hoje.

Artium: Essa dança é a do ventre?

Yana Kremneva: Na verdade, não. Essa é mais ou menos quando se compara o balé clássico com o contemporâneo, e o leste com o tribal. Eu danço na base da direção da fusão tribal, que em si é muito multifacetada, a partir de elementos étnicos que passaram por processos modernos: dança do ventre clássica, flamenco, danças indianas e africanas e outras, além de adicionar vocabulário de novas e atuais direções da dança. : popping, vogue, hip-hop, etc. A escolha do material de dança, que dominei e adaptei para mim, e formou meu estilo pessoal (caligrafia) na direção da fusão tribal.

Artium: Você criou algum movimento?

Yana Kremneva: Sim eu criei, e através da inspiração vou criando, considerando os meus conhecimento e habilidades adquiridas ao longo do tempo.

Artium: Onde você aprendeu a dançar?

Yana Kremneva: Estudei danças orientais e de salão quando criança, também recebi uma educação coreográfica superior, frequentei muitas master classes e intensivos em fusão tribal, tive aulas individuais com professores de várias tendências modernas, não tive meu próprio professor, mas haviam pessoas que me inspiravam e sou muito grata a eles por isso.

Artium: Vendo você dançar parece elástica?

Yana Kremneva: Minha dança é construída sobre o isolamento superficial do corpo e do lado de fora, uma ilusão de uma certa falta de ossos é criada, como uma cobra.

Artium: O que você faz para tornar os movimentos tão precisos?

Yana Kremneva: Prática constante!

Artium: Há quanto tempo você dança?

Yana Kremneva: Desde quando eu tinha quatro anos, comecei a fazer dança tribal de sete a oito anos atrás.

Artium: Você dá aulas?

Yana Kremneva: Sim, dou aulas desde os treze anos, aos dezesseis criei o meu próprio estúdio de dança oriental na minha cidade, durante muito tempo dei aulas numa das maiores redes de escolas de dança da Rússia, a convite, fui com muitas master classes a festivais, tenho uma equipe – “Kremushki”, e no momento dou aulas particulares e em grupo online, espero que a oportunidade de viajar o mundo com aulas volte… Eu realmente amo meu trabalho e sinto falta daqueles tempos animados!

Artium: Quando você começou a dançar, qual foi o maior desafio?

 Yana Kremneva: Se pegarmos o início do caminho como um todo, faltavam oportunidades financeiras e informacionais para adquirir conhecimento, pois não existia Internet, mas devo dizer que mesmo assim contribuiu para a capacidade de transformar o pequeno material recebido tanto quanto possível, e com base nisso, uma vez inventado e criado seus próprios movimentos, poses e elementos. Pois sempre quis deixar minha dança mais intensa, especial, para que não parecesse estereotipada e primitiva.

Artium: Onde você está se apresentando?

Yana Kremneva: Eu me apresento principalmente em festivais e grandes shows, trabalhei com artistas como Mister Rahman e Peruqua, espero que essa lista continue.

Artium: Projetos futuros?

Yana Kremneva: Eu gostaria de fazer videoclipes e coreografias para estrelas, bem como me apresentar e viajar com as aulas sozinha. Houve muitas ofertas interessantes para aparecer em clipes, filmes, projetos de televisão, programas holográficos, viajando e trabalhando com o circus du Soleil no Canadá, coreografia para um show na América e outros. Mas agora tudo isso foi adiado indefinidamente, mas tenho um vislumbre de esperança para a implementação de todos esses projetos!

Seja saudável, feliz, não pare de sonhar e cuide de si e de seus entes queridos! Com amor, Kremushka!

Videos:

ARPI ALTO

Tempo de leitura: 2 minutos

Artium: Onde você nasceu?

Arpi Alto: Nasci em Yerevan, Armênia.

Artium: Como você soube da “bossa nova”?

Arpi Alto: Gosto de jazz e sempre ouvi jazz. Para mim, a Bossa Nova é uma mistura de música brasileira e jazz. Essas melodias estão perto do meu coração, eu sinto essa música.

Artium: Você gosta de música brasileira?

Arpi Alto: Gosto de Bossa Nova, com certeza.

Artium: De quais cantores brasileiros você mais gosta?

Arpi Alto: Minha favorita de todos os tempos é Astrud Gilberto, também gosto do dueto dela com George Michael.

Artium: Quais outros ritmos você gosta?

Arpi Alto: Como músico, a música clássica está no meu coração, mas a percepção do jazz é muito mais profunda. Quando se trata de outros tipos de música o que me comove é o clima do momento, ouço muito música.

Artium: Sua voz é angelical, mas eu estava tentando imaginar você cantando um rock que você achou da ideia?

Arpi Alto: Não tenho certeza se seria uma grande cantora de rock, mas realmente quero tentar colaborar com um cantor de rock em particular e gravar uma música que combine minha voz com a voz de um roqueiro.

Artium: Você já tem um CD gravado?

Arpi Alto: Ainda não tenho um CD, mas todas as minhas músicas estão disponíveis em serviços de streaming e em meu site ginosimusic.com. Espero poder lançar meu EP em breve.

Artium: Em quantos países você se apresentou?

Arpi Alto: Estou em turnês desde os 17 anos. Já estive em mais de 15 países na Europa, Oriente Médio e Rússia.

Artium: Você também compõe?

Arpi Alto: Sim, estou trabalhando para lançar uma coleção de minhas canções originais em breve.

Artium: Você toca algum instrumento?

Arpi Alto: Toco piano desde os três anos de idade. É meu instrumento de escolha, especialmente ao compor. No entanto, quando sua mãe é uma pianista de jazz com formação clássica, as expectativas são muito altas! Estudei música e recebi educação formal como pianista, concluindo o mestrado em 2016.

Artium: Projetos futuros?

Arpi Alto: Estou trabalhando na gravação e no lançamento de minhas músicas originais. Pretendo gravar meu primeiro EP que contará com 5 músicas. Lancei uma campanha de arrecadação de fundos no meu site ginosimusic.com e espero receber apoio do meu público para poder produzir meu primeiro EP. É muito importante para mim trazer minhas músicas originais para o mundo.

Artium: Quando teremos uma apresentação sua no Brasil?

Arpi Alto: Recebi convites para visitar o Brasil, mas a pandemia de Covid arruinou os planos de todos. Espero que possamos viajar em breve e possamos visitar seu lindo país. Desde a infância tenho uma ideia romântica do Brasil com praias de sonho e gente bonita, espero que meu sonho se torne realidade em um futuro próximo.

Site: https://www.ginosimusic.com/home

Vídeos:

MIGUEL MONTALBAN

Tempo de leitura: 2 minutos

Artium: Em que cidade do Chile você nasceu?

Miguel Montalban: Eu nasci em Santiago do Chile.

Artium: Seu estilo de tocar guitarra impressiona, onde você aprendeu a
tocar tão bem?

Miguel Montalban: Acho que meu estilo é resultado de muitos anos tocando, praticando e ouvindo muita música ao longo dos anos, estudei teoria Musical mais tarde, mas tenho certeza que meu estilo foi desenvolvido muito antes da escola de música.

Artium: Seu vídeo “Sultans of Swing” teve mais de seiscentos
mil acessos esperava tudo isso?

Miguel Montalban: O sucesso de Sultans Of Swing foi totalmente inesperado. Eu nunca imaginei que isso iria atingir esse nível de popularidade, para ser honesto.
Devo dizer que toda vez que eu tocava aquela música na rua a atenção das pessoas estava sempre lá e então eu sabia que a versão era boa, mas você sabe que sempre temos isso em mente, isso é bom o suficiente? mas
na verdade os números e comentários dizem por si só.

Artium: Como foi a gravação do álbum “Inspirations Vol1 e Vol2”?

Miguel Montalban: Esses são os primeiros discos que eu fiz, tocando em todos os países da Europa fazendo busking e fazendo turnês. Eu percebi que o trabalho com a guitarra é muito apreciado. Naquele período eu era o único a fazer isso hoje parece que muitos guitarristas estão fazendo coisas parecidas. Decidi colocá-los em disco duplo, parei em um estúdio em Roma e gravou todas as faixas em uma semana. Eu escolhi fazer essas
faixas em particular porque adoro tocá-las e notei uma
reação positiva das pessoas a elas, músicas clássicas tocadas de uma maneira particular, acho que esse é o gancho.

Artium: Em quantos países você já se apresentou?

Miguel Montalban: Não me lembro, mas com certeza toda a Europa, alguns lugares da África e alguns lugares da América, desejo viajar para tocar ainda mais no próximo ano!

Artium: Quem te inspirou a entrar na música?

Miguel Montalban: Eu me inspirei em meus tios e meu avô que era pianista
e na verdade ele comprou minhas primeiras teclas e violão quando eu tinha 8 anos. Desde então, nunca mais parei. 

Artium: Você está com uma banda? Conte-nos um pouco?

Tenho uma banda tocando comigo desde 2019 e finalmente hoje estou muito feliz por ter lançado o novo álbum chamado “And the Southern Vultures” é praticamente resultado de influências de rock e blues, e ao longo do tempo, você pode encontrar muitos trabalhos de guitarra, música e letras originais e 1 cover de Billy Roberts “Hey Joe” além disso, adicionamos 3 faixas bônus gravadas no apartamento de Jimi Hendrix, o que é muito legal. Temos tocado ao vivo até hoje como headliners Giants Of Rock e The Greatest Rock & Blues Festivals no Reino Unido. Acabamos de lançar o primeiro single “Wander” e esperamos grandes palcos para 2021.

Artium: Quando iremos ter um novo álbum?

Miguel Montalban: O novo álbum foi lançado na sexta-feira, 20 de novembro, digital e fisicamente. Acho que as pessoas apreciam ainda mais o streaming de música hoje em dia durante o bloqueio e a pandemia, pois o número de meus seguidores e streams de chive aumentaram significativamente.

Artium: Podemos esperar um show no Brasil?

Miguel Montalban: Eu gostaria de ir, cara, um dos meus sonhos é fazer uma turnê no Brasil e depois ir para a Argentina e o Chile. Espero resolver as coisas e talvez no próximo ano, se tudo correr bem, torne isso real.

SITE: https://www.miguelmontalban.com/












Lara Jacobs Rigolo

Tempo de leitura: 2 minutos

Artium: Lara onde você nasceu?

Lara Jacobs Rigolo: Na Suíça.

Artium: Como você consegue ter tanto equilíbrio?

Lara Jacobs Rigolo: Comecei a fazer arame, ginástica e balé com 6 anos.

Artium: Quanto tempo você treinou para fazer esse número de talos de palmeira?

Lara Jacobs Rigolo: Cerca de 18 meses, mas a parte mais difícil é realizá-la, não realmente equilibrar os talos, é difícil fazer com que as pessoas ao seu redor se concentrem, especialmente com grandes audiências.

Artium: Qual é o peso de todas essas peças?

Lara Jacobs Rigolo: Em torno de 10kg.

Artium: Que tipo de exercícios você faz?

Lara Jacobs Rigolo: Faço exercícios do instrutor Bosu e arame para treinar o equilíbrio principalmente, mas também alongamentos e alguns pesos.

Artium: Você mesma criou esse número com os talos de palmeira?

Lara Jacobs Rigolo: Não, meu pai fez cerca de 20 anos atrás, ele é o mestre de inventar atos criativos, você pode encontrar mais em www.rigolo.ch

Artium: Onde você se apresenta?

Lara Jacobs Rigolo: Eu estive no cirque du soleil por 8 anos, fiz o TedX duas vezes, o Royal Albert Hall em Londres, o Boston Repertory Theatre, o Cosmopolitan Casino em Las Vegas, o grand cabaret du monde em Paris e muitos eventos em todo o mundo.

Artium: Você já se apresentou em quantos países?

Lara Jacobs Rigolo: Não posso dizer, mas o único continente em que não estive em turnê é a Austrália.

Artium: Você dança também?

Lara Jacobs Rigolo: Sim, me formei em Alvin Ailey e Julliard em Nova York.

Artium: Algum projeto futuro?

Lara Jacobs Rigolo: Sim, eu estou começando meu próprio espaço de arte e show, é um show do qual eu fazia parte quando eu era uma garotinha, criado por meus pais, agora reinventado por mim. É sobre o ciclo lunar de 13 deusas, cada deusa é atribuída a um ciclo lunar do ano. Você pode descobrir sua deusa pessoal de acordo com seu aniversário e ano.

O destaque será o meu Balance Act, que também é composto por 13 agências.

ALEXANDRA ILIEVA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Artium: Onde você nasceu?

Alexandra Ilieva: Eu nasci e fui criada na Macedônia (Macedônia do Norte), Europa.

Artium: Quantos anos você tem?

Alexandra Ilieva: Eu tenho 23 anos.

Artium: Você estudou música?

Alexandra Ilieva: Sim. Sou graduada em saxofone clássico.

Artium: Você tem um EP gravado?

Alexandra Ilieva: Infelizmente, não tenho ainda!

Artium: Onde você costuma se apresentar?

Alexandra Ilieva: Pelo mundo inteiro!

Artium: “Sam Smith – I’m not the only one” – você toca incrivelmente, é com a alma?

Alexandra Ilieva: Considerando-a como meu primeiro cover, eu definitivamente estava muito animada e apaixonada por ela! [a canção]. E, com certeza, todas as outras que toquei depois foi de alma e coração!

Artium: A música do Elvis Presley – “Can’t Help Falling In Love With You”, ficou incrível junto com seu saxofone, por que decidiu fazer esse cover?

Alexandea Ilieva: Eu amo os clássicos! Contudo, ninguém consegue resistir a uma canção dessas, eu mesma inclusive!

Artium: O saxofone não é pesado para uma mulher?

Alexandra Ilieva: Com certeza não! Há diversas mulheres pelo mundo provando isso.

Artium: Projetos futuros?

Alexandra Ilieva: Atualmente estou trabalhando com algumas colaborações, algumas já estão lançadas e outras a caminho. Algumas vezes é difícil conciliar performances com novos projetos, mas ainda, estou sempre tentando dar meu melhor para transformar novas ideias em músicas para minha audiência!

Artium: Qual tipo de música que mais te agrada?

Alexandra Ilieva: Apesar de ter estudado música clássica, escuto diversos outros gêneros musicais, mas o que mais me atrai é pop e jazz.

https://www.youtube.com/watch?v=RRVfzZBc9uw

Astrid Smith

Tempo de leitura: 3 minutos

Artium: Qual a sua idade?

Astrid Smith: Dez anos.

Artium: Com quantos anos você começou a cantar?

Astrid Smith: Aos seis anos.

Artium: O que a levou a cantar?

Astrid Smith: Eu comecei a cantar pela casa. Meus pais são grandes fãs de jazz e minha mãe notou que eu tinha uma voz poderosa e profunda, então ela me inscreveu na minha primeira competição.

Artium: Você canta somente jazz?

Astrid Smith: Eu gosto de pegar músicas de vários gêneros e botar a minha própria personalidade nelas.

Artium: Quais cantores te inspiram?

Astrid Smith: Minhas grandes inspirações são Billie Holiday, Etta James, Dinah Washington e, claro, Amy Winehouse.

Artium: Quando teremos um show seu no Brasil?

Astrid Smith: Eu adoraria visitar o Brasil para performar, como sei que aí há muitos fãs de jazz. Quem sabe depois dessa entrevista ser publicada eu possa ser convidada.

Artium: Onde você costuma performar?

Astrid Smith: Eu performo como artista de apoio a muitos artistas consagrados, incluindo: Soul II Soul, Daniel O’Donell, SClub e muitos outros. Eu também faço muitas performances pela caridade, todas as vezes que eu tiver a oportunidade de ajudar os outros, eu irei!

Artium: Como embaixadora pela Stem Cell Scousers, poderia nos contar um pouco mais sobre?

Astrid Smith: Atualmente eu sou embaixadora junior pela Stem Cell Scousers, que arrecada dinheiro para ajudar a encontrar doadores de sangue para quem necessita, em associação com a Anthony Nolan Trust. Eu canto em todos os eventos beneficentes locais deles e já conseguimos arrecadar muito dinheiro até agora!

Artium: Você conseguirá ir para o Ellen Show?

Astrid Smith: Este ano eu havia decidido que tentaria aparecer no Ellen Show, já que um dos meus sonhos é visitar Los Angeles, o que eu quase consegui no ano passado, porém a produção não conseguiu me encaixar na agenda. Minha mãe disse que se eu realmente queira ir, iremos fazer acontecer. Infelizmente o Covid-19 nos fez parar, mas sempre terei tempo para realizar meus sonhos; neste momento estou arrecadando dinheiro para quem necessita, devido ao tempo turbulento em que vivemos.

Artium: Nos conte um pouco mais sobre os seus 3 EPs lançados, This is Me, 1983 e Sense.

Astrid Smith: Depois que eu apareci no The Voice Kids eu fiz meu primeiro EP, This is Me, em que faço covers de todas as minhas músicas favoritas de jazz, incluindo as músicas que cantei no programa. Foi bem recebido pelo mundo afora e foi muito gratificante receber o pagamento das vendas desse EP. Meu segundo EP foi dedicado à Amy Winehouse; 1983, o ano do nascimento dela, nele faço covers das minhas músicas favoritas de Amy e teve boas vendas no Brasil! Meu último EP, Sense, possui dois dos meus covers mais populares, Creep, de Radiohead e Yellow, do Coldplay. Novamente, fiquei impressionada de como ele foi bem recebido. Agora estou compondo minhas próprias canções e estarei lançando meu EP original em breve!

Artium: De onde vem sua inspiração para compor?

Astrid Smith: Todas as minhas canções vêm das minhas limitadas experiências de vida. Minha primeira música, For all Time, foi inspirada na minha irmã Delilah, quem eu nunca cheguei a conhecer, pois ela morreu no parto, antes de eu nascer. Eu gosto de pensar que estou vivendo minha vida para nós duas. The Little Jazz Singer é sobre um período da minha vida em que eu sofria bullying por ser diferente e tive que mudar de escola. É uma canção muito inspiradora, que possui uma mensagem positiva sobre ser diferente. Make a Change é muito relevante agora, devido ao estado em que o mundo se encontra e foi inspirada pelos problemas das mudanças climáticas, mas pode ser aplicada para qualquer coisa que se queira mudar na vida e fazer acontecer agora.

Tradução: Guilherme Polak.

https://www.youtube.com/watch?v=R0ai66IFEZg

Daisy Gray

Tempo de leitura: 3 minutos

Artium: A letra da música “Saviour” é muito tocante e profunda, como foi sua experiência de vida e como você traduziu isso para a música?

Daisy Gray: Muito obrigada! “Saviour” foi na verdade originalmente uma carta que eu havia escrito para uma pessoa quando terminamos nosso relacionamento, naquele momento. É difícil se apaixonar por alguém e depois ter que tomar a decisão de terminar o relacionamento por saber que não era certo, apesar de ser o que seu coração mandava, isso é especialmente difícil. Eu escrevi para ele uma carta sem intenção real de mandá-la, mas principalmente para me ajudar a lidar com a situação. Eventualmente acabei entrando no estúdio e meu bom amigo e produtor Bobby me perguntou se eu tinha alguma coisa em meu diário que eu poderia transformar em alguma música, então entreguei para ele aquela carta e assim nasceu “Saviour”!

Artium: O que te inspirou para criar a música “About You”?

Daisy Gray: Para mim tudo que eu escrevo vem das minhas experiências pessoais, então faz sentido que essa música tenha sido escrita logo após “Saviour”. No processo de superar a pessoa do meu relacionamento anterior, eu encontrei alguém que realmente investia em tentar ter um novo relacionamento comigo, ele dizia e fazia tudo certo, mas meu coração simplesmente não estava lá, ainda estava “no conserto”. Eu contei para ele isso, mas continuamos amigos e eventualmente tivemos um início de relacionamento por um curto período de tempo. Eu basicamente escrevi sobre a culpa que eu senti por não poder mostrar a ele minha melhor versão, que não estava conectada com meu relacionamento passado, e sinto que muitas pessoas já passaram por isso.

Artium: Onde você nasceu?

Daisy Gray: Eu nasci e cresci na Califórnia!

Artium: Como você cria a inspiração para compor suas letras?

Daisy Gray: Eu tomo de inspiração a minha vida, amores que tive e perdi, lutas que enfrentei, batalhas externas e internas que passei, e claro momentos felizes que vivi. Até mesmo já escrevi canções sobre situações que meus amigos passaram. Minha música essencialmente é meu diário.

Artium: A música de Chris Isaak, “Wicked Game”, poderíamos dizer que você cantou com sua alma?

Daisy Gray: Com certeza! Aquela música atingiu um acorde comigo desde minha juventude. Eu cresci escutando-a, mas nos últimos anos eu experienciei tudo que precisava para me identificar pessoalmente com ela; é difícil não cantar de um lugar emotivo quando você sente isso tão intensamente.

Artium: Como você consegue ter essa voz linda e surpreendente, qual o segredo?

Daisy Gray: Deus. Eu devo à Ele todo o sucesso e cada nota que cantei ou cantarei, simplesmente assim. Eu realmente não posso tomar nenhum dos créditos.

Artium: Com que idade você começou a cantar?

Daisy Gray: Quando eu tinha 4 anos, eu cantava e tocava uma canção no piano a qual tinha escrito para um peixinho que tinha acabado de morrer, foi muito emocional, hahaha!

Artium: Você teve aulas de canto ou de piano?

Daisy Gray: Eu nunca tive “aulas” de ambos, mas eu tenho uma treinadora vocal incrível que é como uma segunda mãe para mim. Ela me fez percorrer escalas e manteve minha voz saudável e em forma para tudo.

Artium: Nos conte um pouco sobre seu novo lançamento, “Don’t Cry”. Quando você a compôs e por quê? Por que ela é importante para você?

Daisy Gray: “Don’t Cry”, para mim, é provavelmente a canção mais importante e pessoal que eu já escrevi. Eu a compus em um momento de grandes transições, saindo de um lugar sombrio com esperança que isso me ajudaria a lidar com as coisas. Quando eu ainda era menina, eu passei por momentos difíceis, os quais nenhum eu me abri publicamente sobre, então lançar esta música foi minha chance de me abrir para quem me apoiava. Eu nunca quis manter nenhum aspecto pessoal como um segredo para eles, pois eu realmente tento manter uma plataforma honesta e aberta, mas eu preferi esperar até me sentir forte o suficiente para falar sobre este lado meu. Eu estou muito satisfeita com as respostas e suporte que recebi, e como sempre foi melhor do que eu poderia possivelmente pedir. Genuinamente eu tenho a audiência mais gentil!

Artium: Shows que você fez e como foram?

Daisy Gray: Eu fiz muitos shows, dentro e fora de palcos, ao longo da minha carreira, mas eu definitivamente espero fazer mais apresentações. Algumas que consigo lembrar agora são South By Southwest, Digitour, um show de abertura para Jonah Marias de Why Don’t We. Também performei para alguns projetos de captação de fundos e caridade, e mais recentemente no Hotel Café, em Los Angeles, onde em breve terei um novo show!

Artium: Maiores objetivos como uma artista?

Daisy Gray: O céu é o limite! Atire para a lua e caia entre as estrelas, como dizem.

Artium: Pode nos passar os canais onde podemos encontrar suas músicas?

Daisy Gray: Com certeza! Você pode encontrar minhas músicas em todas as plataformas.

https://www.facebook.com/DaisyGrayOfficial/

https://www.instagram.com/daisygrayofficial/

https://soundcloud.com/search?q=Daisy%20Gray

http://smarturl.it/DGAboutYouRumours

Tradutor: Guilherme Polak.

Alyona Yarushina

Tempo de leitura: < 1 minutoArtium: Onde você nasceu?

Alyona Yarushina: Na Rússia, cidade chamada Chelyabinsk. Não muito longe das montanhas de Ural.

Artium: Você apenas canta ou toca algum instrumento?

Alyona Yarushina: Toco piano e faço muitos arranjos usando o teclado.

Artium: Você também compõe?

Alyona Yarushina: Sim, eu componho. Mas minhas músicas ainda não foram gravadas.

Artium: Você faz shows apenas na Rússia?

Alyona Yarushina: Não, e na verdade eu tenho menos shows na Rússia. Eles não gostam muito do rock inglês e americano que eu prefiro cantar.

Artium: Qual país você mais gosta de se apresentar?

Alyona Yarushina: Eu amo os EUA e o Reino Unido, parece que o público entende o que estou fazendo. Mas eu tenho vontade de me apresentar em muitos outros países.

Artium: Qual estilo de música você mais gosta de cantar?

Alyona Yarushina: Rock Clássico, Rock Melódico e Baladas Poderosas.

Artium: Você tem uma voz maravilhosa, você teve aulas de canto?

Alyona Yarushina: Eu fiz algumas aulas de canto, talvez com três a quatro pessoas, mas foi por um curto período de tempo e não me serviu. Foi difícil cantar depois. Então eu parei e encontrei minha própria técnica e só a uso.

Artium: Quando teremos um álbum?

Alyona Yarushina: Ainda não sei. Não tenho oportunidade de gravar da maneira que gostaria.

Artium: Quando teremos seu show no Brasil?

Alyona Yarushina: Assim que alguém me convidar! A qualquer momento.

Artium: Conte-me sobre projetos futuros?

Alyona Yarushina: Eu quero acompanhar meus canais do YouTube, conseguir uma ótima banda que realmente se encaixe em mim, e entenda o que eu faço. E quero gravar meus álbuns o mais rápido possível, depois fazer uma turnê, para me apresentar.

https://www.youtube.com/channel/UC6w64Vo1yb1djDnvJfXHv-Q

Ukulele Orquestra

Tempo de leitura: 3 minutos

FOTOS: Allison Burke.

Ukulele Orquestra

 

Artium: Como surgiu a Ukulele Orquestra?

Ukulele Orquestra: A Orquestra foi formada em 1985 com um pouco de diversão, mas no primeiro show esgotou instantâneamente, e estamos tocando desde então!

Artium: Por que fazer uma orquestra apenas com ukulele?

Ukulele Orquestra: Na época em que começamos, em 1985, parecia não haver uma maneira convencional de tocar ukulele, portanto, parecia possível tocar qualquer tipo de música em qualquer estilo. A ausência de uma tradição tornou tudo possível, um pouco como skiffle, um pouco como punk. Estávamos preocupados que, na época, houvesse muita pompa e mania de ego na música, tanto pop quanto clássica, e pensamos que o ukulele, que algumas pessoas achassem erroneamente como se fosse um brinquedo, e que tivesse uma atmosfera, de uma maneira de tirar sarro da pomposidade e da natureza séria de muitas músicas e artistas musicais. Gostamos do fato do ukulele não ser um instrumento ‘tradicional’, embora soubéssemos que era capaz de qualquer tipo de música; é totalmente cromático, pode tocar linhas melódicas, riffs, polifonia, acordes e pode ser usado como acompanhamento para o canto.

Artium: Vocês tocam em outras orquestras?

Ukulele Orquestra: Alguns músicos tocam em outras orquestras, em outras bandas ou tocam solo, mas a Orquestra Ukulele nos mantém bastante ocupados a maior parte do ano!

Artium: Você coloca um toque de humor em algumas músicas quem teve a ideia?

Ukulele Orquestra: Nós sempre tentamos interagir com o público, para tornar nossos shows o mais divertido possível. Às vezes, simplesmente apresentamos as músicas com entusiasmo, mas outras vezes apontamos as deficiências da música ou das letras pela maneira como tocamos. Isso pode fazer o público rir, mas nunca é malicioso, é sempre bem-humorado e afetuoso com a música e a composição.

Embora levamos o desempenho a sério, tentamos não nos levar muito a sério, somos como a dúzia suja, o grupo selvagem, os sete magníficos, uma liga lendária de super-heróis que reconhecem que não são tão super, mas têm falhas, defeitos e características que os diferenciam.

Artium: Existe um líder para a orquestra?

Ukulele Orquestra: George Hinchliffe é o fundador e diretor musical da orquestra. Ele fundou os Ukes em 1985, juntamente com Kitty Lux, que faleceu em 2017, deixando um grande legado para a orquestra.

Artium: Vocês já tocaram fora da Inglaterra?

Ukulele Orquestra: A orquestra já tocou milhares de shows esgotados em todo o mundo e está em turnê internacional desde 1989. Viajamos por todo o mundo, incluindo Alemanha, Suécia, Finlândia, Polônia, França, América, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Japão, China e até o Polo Norte!

Artium: Vocês já gravaram um CD, conte-me um pouco?

Orquestra Ukulele: Sim, temos. De fato, registramos alguns! Nosso último álbum, “O único álbum da orquestra de ukulele que você precisará, vol.3” inclui as faixas clássicas da orquestra, que levaram a milhões de visualizações on-line e nossos álbuns ao vivo mais vendidos. Nesta gravação, no entanto, as faixas “hit” são gravadas no estúdio. Tão espontâneo como sempre, mas com toda a atenção que um estúdio de ponta pode trazer.

Artium: O rock do ACDC no Ukulele é simplesmente maravilhoso, como surgiu a ideia?

Orquestra Ukulele: É! Pegamos muitas músicas populares e damos a elas o nosso toque. Eles geralmente são sugeridos por outras bandas e vemos se eles são adaptáveis ​​para tocar no ukulele; descobrimos que quase todas as músicas são. Músicas do ACDC e de outros grupos de rock sempre agradam a multidão em nossos shows.

Artium: Quantos membros a orquestra tem?

Ukulele Orquestra: Nós sempre tocamos com 8 músicos no palco. No entanto, temos a sorte de trabalhar com cerca de 12 músicos.

Artium: Você pode me dizer os nomes?

Ukulele Orquestra: Nossa formação atual inclui Dave Suich, Peter Brooke Turner, Hester Goodman, Ben Rouse, Richie Williams, Leisa Rea, Will Grove-White, Jonty Bankes, David Bowie e George Hinchliffe.

Artium: Existem shows para a América Latina?

Ukulele Orquestra: Ainda não temos shows planejados para a América Latina. Esperamos nos apresentar lá em breve. Vamos garantir que você seja o primeiro a saber!

Artium: Projetos futuros?

Ukulele Orquestra: Estamos em turnê por todo o ano de 2020, temos um ano agitado pela frente e estamos ansiosos para tocar para pessoas de todo o mundo. Esperamos ter um novo DVD e álbum saindo este ano, então estaremos trabalhando nisso também.

Você pode manter-se atualizado com o que estamos fazendo em nossas páginas do facebook e twitter!

Twitter – @Theukes

Facebook – @UkuleleorchestraofGB

www.ukuleleorchestra.com

 

SILENZIUM

Tempo de leitura: 3 minutos

SILENZIUM

Natalya Grigoryeva

Mila Reuss

Veronika Kakysheva

 

Artium: Como surgiu a ideia de criar o grupo?

Silenzium: O grupo não foi realmente criado do zero, mas foi uma continuação do quarteto que tocavamos no conservatório em Novosibirsk como estudantes. Tínhamos uma equipe muito divertida, todas nós amamos o rock e, depois de nos formarmos no conservatório, decidimos continuar tocando música não-padrão para a alma. Depois, tornou-se uma equipe comercial e, sim… a composição mudou 4 vezes devido a várias circunstâncias. Na nova formação tem dois anos.

Artium: Vocês tocam clássicos, modernos e rock?

Silenzium: Inicialmente, queríamos tocar apenas rock e clássicos no estilo rock. No entanto, para nos tornarmos uma equipe comercial, tivemos que ir na direção da música pop. Infelizmente na Rússia é impossível ganhar dinheiro com o rock. (Mas não perdemos a esperança de tocar mais rock).

Artium: Vocês são comunistas?

Natalia Grigorieva: Comunista de quarta geração. Meu pai, avô e bisavô eram comunistas. Entendo e avalio sensatamente todos os prós e contras do marxismo e acredito que o comunismo é sem dúvida o futuro do mundo, mas não da forma que muitas pessoas imaginam agora. É mais sobre valores e sentimentos internos de fazer parte do mundo, e não sobre o “Gulag”, a violência e a equação. Felizmente, Veronica e Mila compartilham a mesma opinião.

Artium: Natalia Grigoryeva você trabalhou na Orquestra Filarmônica de Novosibirsk e ganhou o prêmio internacional. Como isso aconteceu?

Natalia Grigoryeva: Fui a melhor violoncelista do conservatório, ganhei uma competição internacional e, como aluna exemplar, fui trabalhar na orquestra depois de me formar na faculdade. Infelizmente, porém, na Orquestra Filarmônica de Novosibirsk, eu vi apenas burocracia, corrupção, conservadorismo no pior sentido e falta de perspectivas de crescimento. Eu tive que sair da esfera da música clássica, pois a considerava inútil.

Artium: Quem define figurinos e elementos de dança?

Natalia Grigoryeva: Normalmente, como líder de grupo, ofereço fantasias, um repertório, mas no final decidimos juntas para que todas fiquem felizes. A criatividade não funciona com a ditadura. Eu componho um pouco de música e isso também faz parte do nosso programa.

Artium: Mila Reiss, qual estilo de música você mais gosta?

Mila Reiss: Eu gosto de estilos musicais diferentes, mas acima de tudo música épica, como Dois passos do inferno. Com ela, vivo uma gama completa de emoções, ela eleva, circula e eleva para o céu. Essa música me ajuda a alcançar novas alturas.

Eu também não posso dizer sobre rock. Eu o adoro. Ouvindo e tocando, o rock me ajuda a lançar um “demônio” interno no palco.

Sou uma pessoa muito impulsiva e, para ter harmonia comigo mesma, ouço os clássicos. Claro, como poderia ser sem ela! Depois de ouvir música clássica, você sente paz e tranquilidade.

Artium: Veronika Kakisheva, conte-nos um pouco do seu amor pela natureza, pelas montanhas e pelo esporte?

Veronika Kakisheva: Tive muita sorte de nascer em Altai. Desde a infância, passo todos os verões na vila com minha avó. Ao redor das montanhas cobertas de florestas, ar fresco, água limpa. Acima de tudo, gosto de fazer caminhadas na taiga. Sentar à beira do fogo e ouvir as lendas sobre Altai. E com um violão, essa é a minha verdadeira felicidade. E, é claro, o céu estrelado (porque é impossível que uma pessoa que mora em uma cidade onde há apenas arranha-céus note a beleza do céu estrelado).

Quanto ao esporte – quando eu estava na escola, eu realmente queria me inscrever no kickboxing, mas eles não me permitiram, porque sou violinista e preciso cuidar das minhas mãos. Portanto, eu faço exercícios leves, mas gosto de assistir ao UFC: meus ídolos são Khabib Nurmagomedov e Ronda Rosie.

Artium: Vocês, tem outro trabalho ou apenas o grupo?

Além de trabalhar no grupo, estamos envolvidas em vários outros assuntos. Veronica e Mila são estudantes do Conservatório de Novosibirsk na aula de violino com Marina Kuzina, que estudou com o próprio Zakhar Born, um grande professor famoso. Tenho outros dois projetos em paralelo, um dos quais é um projeto solo de violoncelo e o outro é um blog do YouTube sobre socialismo.

Artium: Você já fizeram shows em outros países, quais?

Silenzium: Atualmente, viajamos principalmente pela Rússia e Cazaquistão, mas agora estamos negociando com a China. Se o “coronavírus” não destruir a humanidade antes, então talvez este ano estaremos nos apresentando na China. Vamos torcer pelo melhor.

Contato site: https://www.silenzium.com/

Alguns vídeos do trio SILENZIUM:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

;