Nick Farewell: Brasileano (rs). Me considero duas nacionalidades de cada. Acredito que seja uma grande vantagem em conhecer e ter vivenciado duas culturas.
Biah Ramos: Nasceu onde?
Nick Farewell: Nasci em Chuncheon, capital do estado de Kyung-ki, Coreia do Sul.
Biah Ramos: Se considera mais brasileiro ou coreano?
Nick Farewell: Morando 2/3 da minha vida no Brasil, hoje, me considero mais brasileiro.
Biah Ramos: O título de seu livro, como teve à ideia de usar simplesmente “GO”?
Nick Farewell: Quando Demóstenes, o celebre orador grego, discursava, ninguém dizia “nossa, que discurso bonito”. Todos diziam, “Vamos destruir o Cartago!”. Eu queria escrever um livro que levasse as pessoas à ação. Por isso, o título GO. É um livro imperativo com finalidade de que as pessoas realizassem os seus desejos e perseguissem os seus sonhos.
Biah Ramos: Em vez de usar aventura você usou “Desventura” como surgiu essa ideia?
Nick Farewell: Eu acho que são duas coisas. Aventura e desventura. Na verdade, a vida é um grande paradoxo. Eu observo na totalidade. No fim, as duas coisas no sentido refletivo e de vivência significam as mesmas coisas. Tudo resulta na vida. E isso é uma grande aventura. Para alguns podem ser desventura. Dependendo de como você absorve, aprende e deseja seguir em frente para ter êxito.
Biah Ramos: Como surgiu a história do “DJ”?
Nick Farewell: Na época em que escrevi, 2003, 2004, bares de rock alternativo estavam em alta. E eu tinha desejo de incorporar a música como uma espécie de personagem. Inclusive, para entender melhor o personagem DJ, eu mesmo comecei a discotecar. Diria que eu virei o personagem depois. Posso dizer que eu vivi o livro e não o contrário.
Biah Ramos: Muitas pessoas me falaram que acharam a história como uma poesia concorda?
Nick Farewell: Sério? Não ouvi muito isso (rs). Mas se você está dizendo isso, agradeço. Eu acho que GO tem muito de prosa poética. Eu tentei me concentrar em tragicomédia. Ao descrever a vida em termos de tragicomédia, percebi que resvala muito na poética. É novamente o paradoxo da vida se manifestando. Na verdade, não é que a história é uma poesia. A vida é uma poesia.
Biah Ramos: A história é baseada em fatos reais?
Nick Farewell: Alguns sim, alguns não. O mais engraçado é que o que parece ficção e realidade e o que parece realidade é pura ficção. Acredito que uma das graças do livro é essa também. Você tenta adivinhar o que é real ou que é ficção. No fim, descobre e entende sobre a vida. E acredito que é isso é real.
Biah Ramos: Quantos livros você já escreveu?
Nick Farewell: Sete. Além de GO, Manual de sobrevivência para suicidas (poesia), Mr. Blues % Lady Jazz (romance). Uma vida imaginária (romance), Reversíveis (poesia). Não existem super-heróis na vida real (HQ) e Valdisnei Um Dois Três Quatro da Silva (Romance).
Biah Ramos: Qual livro que caiu no gosto do público?
Nick Farewell: É difícil dizer isso, no fundo, porque meus leitores são fiéis. Quase todos meus leitores fazem coleção dos meus livros (rs). Mas tudo começou realmente com GO. É um livro tão passional e impactante na vida dos leitores que eles fazem tatuagem do título.
Biah Ramos: Teremos outros lançamentos?
Nick Farewell: Sim. Eu já tenho dois livros prontos da trilogia de livros ilustrados. E penso em escrever um que se passa na pandemia. Fora isso, pasme, já tenho ideia para mais 9 livros.
Biah Ramos: Projetos futuros?
Nick Farewell: No momento, estou me concentrando em cinema e seriado. Mais especificamente, escrevendo roteiros. Já tenho um seriado em andamento que assinei o contrato com uma grande produtora e pretendo dar continuidade escrevendo histórias surpreendentes e relevantes para o público brasileiro e mundial. Estou empenhado em aumentar a audiência das minhas histórias, diversificando a minha atuação, inclusive, atuando no exterior.
RockMilady: Não, nasci em Győr, mas morei em Budapeste durante meus estudos na Universidade de Medicina. Depois de terminar, voltei para Győr, aqui trabalho como dentista e também com música.
Artium: Cantora, guitarrista, médica dentista não é muito para apenas 25 anos?
RockMilady: Tocar violão faz parte da minha vida há 11 anos. Comecei a aprender quando fui para a escola primária. Tive um professor muito bom. Quando fui para o ensino fundamental, decidi ser médica, então me inscrevi para a Faculdade de Medicina, onde estudei para ser dentista. Naquela época também fiz alguns shows e aparições nas maiores TVS, mas apenas nas mais importantes. Terminei a faculdade com 24 anos trabalho na minha profissão e continuo tocando.
Artium: Você também compõe?
RockMilady: Certamente, eu tenho muitas músicas próprias, mas em meus shows eu toco adaptações também. No momento, a versão para guitarra de Hallalujah de Leonard Cohen é a mais popular. Cerca de 10 milhões de pessoas assistiram no Youtube até agora.
Artium: Você começou aos 14 anos na guitarra ou violão?
RockMilady: Sim, comecei a tocar violão aos 14 anos. Eu me apaixonei por esse instrumento musical. Meus pais também me ajudaram nos estudos musicais. Dois anos depois, quando ganhei minha primeira guitarra elétrica, aprendi o solo de guitarra no final do Hotel California do The Eagles. Foi nessa época que decidi ser guitarrista solo.
Artium: Como foi recebido o seu primeiro CD lançado em 2015 e como você escolheu o título “Be my Victim”?
RockMilady: Minhas primeiras quatro músicas ficaram prontas em 2015. Uma delas é o processamento de uma música de um produtor, guitarrista e cantor norueguês Ole Evenrude, que me permitiu reescrever a letra original com um novo título Be my Victim. É uma música de concerto realmente dinâmica. O CD promocional com as quatro músicas tem o mesmo título.
Artium: Fale um pouco sobre o CD ‘I’m rolling rocks’ feito em 2016, como foi recebido pelo público?
RockMilady: Tive que fazer a música e o clipe rapidamente porque fui convidada para fazer parte de um programa de TV e essa música foi escolhida para ser exibida. Primeiro tínhamos que terminar o trabalho no estúdio e depois poderíamos fazer o clipe. Felizmente, trabalhamos com um cinegrafista muito bom e conseguimos terminar o clipe em poucos dias. Tem sido um grande sucesso e uma das músicas básicas em meus shows desde então.
Artium: Suas músicas já foram tocadas em rádios de outros países, quais?
RockMilady: Sim, estou muito feliz porque há estações de rádio estrangeiras onde minhas músicas são tocadas. Primeiro, o editor de uma rádio comercial em Iowa (EUA) tocou algumas de minhas músicas com letras em húngaro com sucesso. Mais tarde, rádios espanholas, portuguesas, alemãs, uruguaias e canadenses introduziram minhas canções, o que me deixa feliz. Agora, os mais populares são a versão para guitarra de Hallelujah e o cover de I Hate Myself for Loving You de Joan Jett.
Artium: Fale-me um pouco sobre o livro ‘Rock and Roll to Death’?
RockMilady: Este livro foi escrito por um dos mais populares especialistas em rock e jornalista húngaro e é sobre as famosas bandas de rock e cantores húngaros dos anos 60 até agora. Ele escreveu que eu sou a esperança para o futuro, o que é realmente uma honra para mim.
Artium: Seu canal no YouTube “RockMilady” tem quantas visualizações?
RockMilady: Meu canal no Youtube tem quase 30 milhões de espectadores e 115 mil assinantes até agora. É por isso que recebi o Prêmio Prata para Criadores do Youtube, EUA, do qual estou muito orgulhosa.
Artium: O vídeo I Hate Myself For Loving You (Joan Jett) é simplesmente um SHOW, parabéns a sua voz, guitarra e baixista e o baterista, e quem teve a ideia da produção do vídeo?
RockMilady: Sim, neste clipe gostaríamos de mostrar a atmosfera em um show do RockMilady, então é um clipe de referência. Joan Jett é um dos meus ídolos femininos ao lado de Orianthi porque ela é versátil e perseverante. Eu também adoro essa música, então ficou evidente fazer esse cover.
Artium: O vídeo “Karácsony reggelén” me fala um pouco sobre a produção, e você tocar com a neve caindo foi legal?
RockMilady: Esta música de trinta anos foi escrita por um amigo da família. músico e compositor, László András Keszei. Eu estava pensando em fazer a versão moderna da música há muito tempo e no ano passado eu fiz. Eu cantei a música em húngaro e inglês, então fizemos dois clipes. A queda da neve foi feita no estúdio. Estou muito feliz porque muitas pessoas gostaram dessa música para o coração.
Artium: O vídeo “Hallelujah” é lindo, a combinação de sua voz e guitarra, e mais a paisagem eu diria muito inspirador, onde foi gravado?
RockMilady: Sim, talvez seja uma das músicas mais bonitas de Leonard Cohen e uma das minhas favoritas. Então, eu queria trabalhar com a música, mas não queria cantá-la porque há tantas adaptações fantásticas, então decidi deixar minha guitarra cantar em vez de minha voz. O clipe foi filmado no castelo em Dürnstein, Áustria.
“CAPAS & NOVAS VERSÕES, VOL.1” incluindo esta música junto com “Pirates Theme”, “We Will Rock You”, “Wind of Change” e muitos outros agora disponíveis em todas as lojas digitais! iTunes (EUA):
(Pontedera, 1 de junho de 2021) Após o sucesso do Asphalt 8: Airborne, a Gameloft e a Mazzanti Automobili decidiram continuar a sua colaboração e iniciar uma nova aventura. Desta vez, o protagonista é o “selvagem” Evantra Millecavalli que aparecerá nas telas da “temporada italiana” de Asphalt 9: Legends. Nesta versão, os jogadores poderão escolher os supercarros italianos que se destacam no mercado internacional graças à sua habilidade excepcional e engenharia de alta qualidade.
Desde 7 de maio, os proprietários de “Legend Pass” tiveram uma “prévia” ao participar de um pré-lançamento. Evento especial e têm gostado de dominar a pista graças à velocidade e potência que distinguem o Evantra Millecavalli do resto do pelotão.
“Estou muito satisfeito em colaborar com a Gameloft e a Asphalt e em fornecer aos entusiastas do hipercarro uma forma única de vivenciar o universo da Mazzanti Automobili, especialmente neste período em que as reuniões físicas foram temporariamente suspensas devido à situação de saúde. Além disso, vendo o Millecavalli Evantra ser escolhido para representar o que há de melhor na engenharia automotiva italiana e para celebrar a marca “Made-in-Italy” me deixa extremamente orgulhoso “.
Para amar o outro é preciso amar a si mesma. A partir desta percepção, Ananda Jacques lança o single e clipe “Amor de Cafeína”, que desenvolve também a ideia de que somos vários, sem deixar de sermos únicos. A música traz forte influência da MPB e do afrofuturismo, e encontra força na potente voz de Ananda (SP), que compôs letra e melodia e gravou voz e violão sozinha em seu quarto. Entre os cenários do clipe estão a cozinha-jardim e a Feira Livre de Sorocaba, em São Paulo.
“’Tudo o que amamos faz parte de quem nós somos.’ Meu novo clipe parte do autoamor e de reconhecer a si mesma para vislumbrar uma entrega. É a continuação do trabalho ‘Coroa de Prata’ (2019), onde se deixava ir o desamor após um banho. Desta vez, descobrimos a cozinha deste apartamento onírico. Se faz muito presente o encontro da afrobrasilidade com o futurismo.”,define Ananda Jacques.
O roteiro é obra de Ella Vieira, que também participou dos clipes anteriores, “Macumba de Apartamento” e “Coroa de Prata”. Alguns easter eggs em relação aos vídeos anteriores são encontrados, como as mãos de prata, como vistas em Coroa de Prata, que ficam atrás de Ananda Jacques em alguns takes, desta vez, ao invés de a presentearem com joias, trazem frutas e legumes. E a coroa utilizada em “Macumba de Apartamento”, aparece desta vez como item de cena em “Amor de Cafeína”.
“O roteiro do clipe foi escrito por Ella Vieira, em uma conversa que tivemos sobre como eu compreendia minha própria letra e seus possíveis caminhos visuais. O clipe contempla muitos lados meus! Sou uma pessoa que gosta de futuro. Fã de viagem no tempo, multiverso, aquilo que chamamos de ficção. Possibilitar o encontro desses temas a uma estética afrobrasileira, trazendo a Umbanda (religião de origem brasileira e da qual sou adepta), a feira livre e a cozinha-jardim é com certeza uma proposta interessante.”, conta.
Ananda Jacques é cantora e compositora de Sorocaba (SP). Suas músicas evocam a fé nos Orixás, o contexto social e político para uma mulher preta no Brasil, e também afetos e anseios. Sua força para seguir na carreira independente teve o impulsionamento de projetos como o Girls Rock Camp Brasil e SONORA (Ciclo Internacional de Compositoras).
A composição de música e letra, a captação de áudio, voz e violão, é de Ananda Jacques. O piano, tambores, timbres, além da mixagem e masterização, são de Tiago Giovani. A direção de arte, roteiro, cenografia e produção ficou por conta de Ella Vieira. Pietro Godinho atuou como co-roteirista. A direção de fotografia é de Pedro Diniz, também responsável pelos stills. Já Eduardo Floresta atuou como assistente de cenografia e de produção.
A assistência de produção foi responsabilidade de Eduardo Balhe e de Paulo Falcadi, também responsável pela foto de capa e pelas fotos de divulgação. As fotos de divulgação contaram com design de Natália Bruscato. O stylist e figuração são de Medusa Camargo, enquanto a maquiagem é de Kerolim Marcelino. A Tetê Rodrigues é a cuidadora da Galinha Quitéria, que é figurante no clipe. A dublê de Ananda Jacques é Karoline Reis.
Os agradecimentos vão para Neusa Jacques, Carla Jacques, Braza Filmes, Caodenado, Casaqueto, Maloca Centro Cultural, Duda Gava Caciatori, Tarragó, Bruno Gabriel, Anderson Nascimento, Luan Fernandes, Felipa Alduína, Douglas Emílio, Natália Bruscato, Casatrito e Feira livre de Sorocaba.
A coleção Bugatti Lifestyle expandiu mais uma vez com a adição da Mesa de Bilhar Bugatti que reflete as melhores qualidades dos carros hiperesportivos feitos em Molsheim. A mesa de sinuca oficialmente licenciada – feita em parceria com a IXO®, designers e especialistas em construção de produtos de fibra de carbono – é o complemento ideal para qualquer colecionador Bugatti.
Fiel ao nome Bugatti, a mesa de bilhar usa tecnologia inovadora para dar-lhe uma vantagem sobre os produtos rivais. Um sistema opcional de servo acionado implanta um sensor giroscópico para nivelar a mesa – no caso de instalação a bordo de um iate. Cada perna pode se mover para compensar o movimento de um navio e permanecer perfeitamente nivelada. O sistema pode se ajustar em apenas cinco milissegundos, e o movimento é concluído em silêncio total com ajuste sem vibração.
Assim como os carros hiperesportivos feitos em Molsheim, a Mesa de Bilhar Bugatti é feita de materiais da mais alta qualidade e ainda usa o famoso emblema Bugatti. O acabamento em fibra de carbono da mesa de bilhar representa a natureza esportiva da marca francesa de luxo, enquanto a estrutura forte da mesa é sustentada por alumínio usinado e titânio. O produto atende aos padrões de uma mesa de bilhar de torneio profissional.
Uma placa única adorna cada mesa de bilhar Bugatti, exibindo o famoso logotipo Bugatti e o número de edição limitada de cada produto – assim como com cada carro hiperesportivo recebe do Atelier. A mesa de sinuca é feita em uma tiragem limitada de 30 mesas, das quais cinco serão fabricadas pela IXO® em 2021. As laterais das gavetas da mesa de sinuca são fabricadas em alumínio usinado CNC, escovado e anodizado, completo com o logotipo Bugatti. Os bolsos das bolas feitos de aço inoxidável são forrados com couro, com acessórios completos com parafusos e porcas de titânio para evitar a corrosão das peças de alumínio.
Enquanto a mesa de bilhar Bugatti complementa qualquer carro hiperesportivo em uma coleção, os produtos em uma variedade de acessórios oficiais são a combinação perfeita para este equipamento esportivo. O suporte de taco de parede é acabado em fibra de carbono, também com uma tela de toque de alta resolução de 13 polegadas para controlar as pontuações. Os tacos de pool de fibra de carbono apresentam extremidades de alumínio anodizado e usinado CNC que são feitas com o mesmo design dos botões dos carros hiperesportivos Bugatti.
Um plafon de LED regulável também é feito de fibra de carbono, enquanto outros acessórios da marca oficial Bugatti incluem uma caixa de giz, com acabamento em preto com alumínio anodizado, escova de limpeza em preto, uma mala feita em couro Bugatti para transportar o conjunto de bolas Aramith Tournament Pro já uma chave USB, apresentada também em uma caixa de alumínio usinado em CNC, inclui fotos e vídeos de cada mesa confeccionada, para que o cliente possa conhecer o histórico completo das etapas de fabricação de sua mesa de sinuca. A caixa é forrada com o mesmo couro usado na construção da Mesa de Bilhar.
Stephan Winkelmann, presidente da Bugatti Automobiles, disse: “É um prazer trabalhar com um parceiro de fabricação que reflete as qualidades da Bugatti. Através de nossos valores compartilhados, podemos ter certeza que a Mesa de Bilhar Bugatti será feita com materiais de altíssima qualidade, que o padrão de produção limitada será muito alto e que a tecnologia utilizada para fazer o produto é avançada. Nós apenas escolhemos os melhores parceiros para representar nossa famosa marca Bugatti, mas sabemos que a IXO® atenderá aos mesmos padrões que esperamos na produção de carros esportivos hiper feitos em nosso Atelier de Molsheim.”
A primeira mesa de bilhar oficial Bugatti será entregue aos clientes em junho e está disponível para compra por € 250.000, incluindo os acessórios.
Pedro Sanchez, General Manager da IXO®, disse: “Quando começamos a desenvolver o projeto Bugatti Pool Table, sabíamos que tínhamos que ser diferentes e nos destacar em todas as áreas para sermos extraordinários. Na IXO®, bom nunca é suficiente. Buscamos a perfeição e o objetivo da qualidade final em todos os aspectos, e esse é um alvo em movimento. Quer se trate de beleza, luxo, elegância, exclusividade ou durabilidade, fazemos questão de elevar a marcenaria. Todo o tempo, emoção, conhecimento e recursos disponíveis foram gastos. Nada foi poupado – tudo foi arriscado e sacrificado – para criar um ser além da imaginação. Eu realmente sinto que nossas criações têm alma. Nós colocamos nossos corações neles.”
“Se você pode sonhar, você pode realizar.” Essa frase de Rayssa Leal, a medalhista olímpica mais jovem do Brasil, transformou a segunda-feira de milhões de brasileiros em um dia encantado.
Nossa fadinha, de 13 anos, fez a mágica própria dos revolucionários: acendeu corações com sua luz. Rayssa iluminou possibilidades, equivocou nossas dúvidas sobre a existência de fadas, reforçou nossa crença em um novo mundo mais igualitário. Agora, temos mais razões para acreditar.
A palavra fada vem do latim fatum, que significa fado, destino, e encontrou na energia da skatista seu lar perfeito. Nossa fadinha fez o Brasil da Pandemia voltar a sorrir. Mais ainda, inspirou o mundo a realizar sonhos com alegria, leveza e magia.
Algumas reflexões deixadas pelo pó de pirlimpimpim de Rayssa:
* Viver é mover-se. Permita que seu corpo seja a expressão da sua alma.
* Sonhos inspiram o mundo a sonhar. Sonhos libertam a magia escondida no outro.
* Ser humano é ser inteiro. Esteja em você ao sorrir e ao chorar. Sentir grande te faz imenso. Sentir-se grande não.
* Sustente a sua verdade, ainda que ela não caiba nos caixotes do mundo.
* Realize com alegria. Divirta-se. Privilegie a leveza enquanto faz o seu melhor. Flua.
* Seja afetuoso. Você é um presente para o mundo e o outro também. Acolha abraços com o coração.
* Faça trocas justas. Se você precisa do dente, pague a moeda.
* O esporte inclui, traz para o jogo da vida os excluídos.
* Seja grato aos que acreditaram e apoiaram a realização do seu sonho.
* Esteja consciente do que você representa para sua família, seus amigos, sua comunidade, para o Universo. Todos os seus atos são relevantes.
* Equilibre-se. Cair e levantar são apenas treinamentos.
* Sua mente é o seu limite. Você faz a sua história. Reescreva seu papel quantas vezes quiser.
* Defina seu tempo nesta dimensão pela potência de vida que você contém.
* Dê asas para os seus filhos.
* E, acima de tudo, permaneça na sua magia. 🧚🏼♂️🧚🏻♀️🧚🧚🏼♂️🧚🏼♂️ Aurê ✨🌸💫
Rayssa Leal | Novas Fadas | Eu acredito em Fadas | Nike.
Carlo Pignatelli: Quando eu ainda morava em Brindisi, meus pais me mandaram para uma alfaiataria no período da tarde, era uma espécie de pós-escola educacional onde eu aprendia trabalho de alfaiate. Com o passar do tempo fui me apaixonando. Lá pude me familiarizar com as técnicas e “segredos” da alfaiataria masculina de alto nível. Foi só quando me mudei para Torino, aos vinte anos, que comecei aos poucos e com pequenos passos a empreender minha carreira, sem pensar em exagerar, mas sempre desenvolvendo novos projetos que pudessem fazer crescer aquele pequeno laboratório, sempre em nome de uma identidade. A crescente demanda por minhas criações me obrigou a ampliar meu laboratório até a atual empresa.
Artium: Quando foi aberto o seu primeiro ateliê e em que cidade?
Carlo Pignatelli: Abri meu primeiro ateliê em Torino em 1973.
Artium: Foi bem aceito pelo público?
Carlo Pignatelli: Sim, tem sido um sucesso crescente.
Artium: Em que momento você decidiu ir às passarelas?
Carlo Pignatelli: Cerca de dez anos após a abertura do meu primeiro ateliê, organizei meu primeiro desfile de moda em um dos ambientes mais exclusivos de Torino, o Hotel Principi di Piemonte, onde apresentei as coleções masculino e feminino, que imediatamente conquistaram o público, também graças ao final espetacular, apresentei vestidos de noiva e ternos de noivos. Em 1993 cheguei às passarelas de Milano Collezioni Uomo.
Artium: Fale um pouco sobre a parceria com a Juventos F. C.?
Carlo Pignatelli: Posso dizer que é graças à minha intuição que nasceu o sindicato moda / esporte: comecei a fazer roupas sob medida como o uniforme do Juventus, depois coloquei os jogadores na passarela e comecei uma tendência seguido por muitos. A colaboração com o Juventus começou em 1995 e durou muito tempo. Profissionalmente foi um grande desafio desenhar os uniformes para os jogadores, sendo atletas seus corpos não se enquadram nos padrões e por isso é necessário um estudo particular de proporções e silhuetas.
Artium: Quantas lojas tem a marca “Carlo Pignatelli” hoje e em quais países?
Carlo Pignatelli: A rede de distribuição das coleções atualmente conta com uma loja principal em Torino e várias lojas na Itália e no exterior, enquanto uma forte estrutura de varejo garante uma presença generalizada do estilo Carlo Pignatelli em todo o mundo com mais de 400 lojas de varejo multimarcas.
Artium: Você pode nos dizer os nomes das pessoas famosas que usaram sua marca?
Carlo Pignatelli: Marcello Mastroianni, Il Volo, Mariano di Vaio, Didier Drogba, Gigi Buffon, Antonio Conte, Gabriele Muccino, Valentino Rossi e muitos outros.
Artium: Qual é a sua filosofia empresarial?
Carlo Pignatelli: Tailoring é sem dúvida a palavra-chave que melhor interpreta e define a identidade da marca Carlo Pignatelli. Uma qualidade distintiva e o mais genuíno da Mde na Itália marcam a história da marca desde a criação de suas primeiras coleções masculinas e femininas para roupa formal, até a evolução estilística contemporânea.
Artium: Como você definiria seu conceito de moda?
Carlo Pignatelli: O compromisso contínuo de reinterpretar, reinventar e até revolucionar o conceito de roupa formal desempenha um papel importante na minha moda.
Artium: De onde vem a inspiração para fazer suas roupas?
Carlo Pignatelli: Gosto de inspirar-me em várias fontes, desde as minhas viagens, filmes, pinturas… tudo se forma a partir dos princípios da harmonia, do equilíbrio geral e da elegância, elementos essenciais da minha moda.
Artium: Você tem planos de abrir uma loja “Carlo Pignatelli” no Brasil?
Carlo Pignatelli: Temos planos de expandir para o exterior e certamente o Brasil é um mercado interessante que não excluímos.
Artium: Projetos futuros?
Carlo Pignatelli: O desenvolvimento da nova linha de noivos que acabamos de lançar em colaboração com a Pronovias e a expansão para os mercados emergentes.
Nos últimos quatro anos, a guitarrista Alexandra Whittingham alcançou ouvintes em todo o mundo, não apenas por meio de shows e sucessos em competições, mas acima de tudo online, onde suas apresentações em vídeo do repertório de violão clássico ganharam mais de 25 milhões de visualizações no YouTube. Agora ela traz todo o seu frescor, charme, curiosidade e determinação para apresentar seu primeiro álbum de estúdio. Gravado em um ano em que a relação entre músicos e público nunca foi tão atual, “My European Journey” é um testemunho do que a imaginação pode alcançar em uma época de barreiras físicas sem precedentes.
Nesta exploração sincera e encantadora do grande amadurecimento do violão na Europa do século XIX, as principais obras de Napoléon Coste, Giulio Regondi e Luigi Legnani dão um abraço romântico caloroso a um punhado de miniaturas menos conhecidas – repletas de personalidade e cores locais de Viena, Londres, Copenhague e além. Todos ganham vida nova e vívida aqui, por um artista para quem conectar-se com o público é uma segunda natureza.
Duas máquinas no auge da engenharia – o Bugatti Chiron Sport e o Dassault Rafale Marine – se enfrentam em uma base naval em Landivisiau, no noroeste da França. O encontro de alta octanagem final entre as melhores máquinas da França é um espetáculo para ser visto.
O motorista e o piloto olham para a frente, altamente focados. Eles aguardam o sinal de partida. O famoso Tricolor Francês sai e momentos depois, o asfalto começa a vibrar. Os dois partiram lado a lado. O motorista e o piloto olham para o horizonte e vão a todo vapor. Com pneus em alcatrão liso, dois motores acendem seus pós-combustores e proverbialmente iluminam a superfície preta. As duas máquinas parentes e comuns rugem e desaparecem de vista em questão de segundos.
Este é o início de uma partida extraordinária em Landivisiau, no noroeste da França: o Bugatti Chiron Sport1 ao lado do Dassault Rafale Marine. 1.500 PS contra 58.550 newtons de empuxo (5.727 PS), um hiperesportivo contra um jato da Marinha. Os dois produtos de alta tecnologia da França estão no topo de seus respectivos campos e representam o progresso técnico alcançado após décadas de trabalho de desenvolvimento na engenharia automotiva e aeroespacial.
Dois profissionais ocupam as cabines – o piloto oficial Pierre-Henri Raphanel da Bugatti no Chiron Sport e o capitão da fragata Etienne no Rafale Marine. Eles e suas equipes estão se preparando para este dia há semanas. A tensão que antecede o início é imensa para todos os envolvidos.
Definindo a cena mais incrível
Com seu excelente desempenho e incrível velocidade máxima, o Bugatti Chiron Sport é quase inigualável no mundo automotivo. Um Bugatti já lutou cara a cara com um jato antes. Um Veyron 16.4 enfrentou um Eurofighter Typhoon em uma corrida de arrancada em 2007. No confronto atual, o Bugatti Chiron Sport e o Dassault Rafale Marine estão vendo como eles se comparam em disciplinas como aceleração, torque e comportamento de frenagem.
É um processo elaborado que envolve planejamento até os mínimos detalhes. Até mesmo um voo curto exige uma extensa preparação e acompanhamento. “Precisão e preparação são tudo. Tudo acontece muito rapidamente no Rafale Marine e cada movimento que você faz tem que estar certo. E o mesmo vale para o Chiron Sport em altas velocidades”, explica o piloto da Marinha, Etienne. “Em altas velocidades, tudo tem que correr perfeitamente tanto no Chiron Sport quanto no Rafale Marine. Porque a pista não é tão longa ou terrivelmente larga para nós dois. Esta comparação será um desafio para todos”, acrescenta Pierre-Henri Raphanel, piloto oficial da Bugatti.
A história da aviação da Bugatti
A Bugatti mantém vínculos estreitos com o mundo da aviação há mais de 110 anos. Muitos dos pilotos de carros de corrida Bugatti de sucesso, como Albert Divo, Robert Benoist e Bartolomeo “Meo” Costantini, voaram para a Força Aérea Francesa no início do século passado. O lendário aviador francês, Roland Garros, tinha um Bugatti Type 18 para ser tão rápido no solo quanto no ar.
O fundador da empresa, Ettore Bugatti, ficou maravilhado com a coragem e o conhecimento técnico de seus motoristas. Os pilotos de carros de corrida se beneficiaram de sua experiência no cockpit de aeronaves e a aplicaram na estrada. Os pilotos ficaram fascinados com os automóveis ágeis, leves e rápidos da Bugatti que refletiam o desempenho de suas aeronaves.
Por volta de 1915, o próprio Ettore Bugatti estava desenvolvendo motores de avião e, a partir de 1937, o fundador da empresa trabalhou no desenvolvimento de uma aeronave inteira que quebraria recordes de velocidade. O projeto então teve que ser interrompido devido à eclosão da Segunda Guerra Mundial.
Bugatti Chiron Sport Edition ‘Les Légendes du Ciel’
Portanto, era lógico para a Bugatti revelar o Chiron Sport ‘Les Légendes du Ciel’ no final do ano passado, limitado a apenas 20 unidades. É a forma da marca francesa de luxo homenagear a aviação francesa e os ex-motoristas Bugatti da era de ouro que também pilotavam aviões. Desde que foi revelado, o Chiron Sport ‘Les Légendes du Ciel’ estabelece uma ligação entre o passado e o presente.
A edição limitada do Bugatti apresenta atributos para aeronaves, como a pintura cinza fosco Gris Serpent e o Tricolor azul, branco e vermelho, que adorna a frente das saias laterais feitas de fibra de carbono preta visível. As barras da grade do radiador são feitas de alumínio cortado a laser e repuxado e lembram aviões em formação de voo rasante. Um painel da soleira da porta em alumínio escovado com a inscrição ‘Les Légendes du Ciel’ identifica a edição.
Possui interior em couro na cor gaúcha que lembra o couro natural usado em aviões no passado. Este material natural é contrastado com acabamentos de alumínio e uma incrustação de alumínio com o logotipo ‘Les Légendes du Ciel’, que também aparece nos apoios de cabeça. Nos painéis das portas, há um esboço de uma cena de corrida entre o avião Nieuport 17 e um Bugatti Type 13 que representa os dois elos históricos comemorados pela edição limitada do hipersportivo.
A potência adequada é fornecida pelo motor W16 de 8,0 litros com 1.500 CV e torque de 1.600 newton metros. Uma transmissão de dupla embreagem de sete marchas transfere a potência para todos os quatro pneus. A edição, limitada a 20 unidades, é vendida a um preço líquido de 2,88 milhões de euros.
Atrás do volante está um homem rápido e preciso na cabine: o piloto oficial da Bugatti, Pierre-Henri Raphanel. Ele participou das 24 Horas de Le Mans 14 vezes entre 1986 e 2000, terminando em segundo lugar duas vezes e uma vez vencendo a categoria GT, venceu o campeonato francês de Fórmula 3 em 1985 e, quatro anos depois, qualificou-se para o Grande Prêmio de Fórmula 1 em Mônaco. O piloto de carros de corrida tem auxiliado Bugatti com sua experiência por mais de 10 anos e em 2010, ele quebrou o recorde de velocidade para carros superesportivos legais para a Bugatti em um Veyron 16,4 Super Sport (431.072 km / h / 268 mph).
Ele tem testado os carros hiperesportivos de Molsheim em várias estradas, bem como pistas e com clientes desde então. Mas este encontro entre o Dassault Rafale Marine e o Chiron Sport também é uma novidade para ele. “Podemos estar apenas dirigindo em linha reta em uma pista, mas decolar ao lado de um jato exige muita atenção e concentração, especialmente em altas velocidades”, explica Pierre-Henri Raphanel. Com o Chiron Sport, é a combinação de potência e torque aparentemente intermináveis que proporciona esse impulso incrível. Assim que a bandeira cair, o Bugatti acelera implacavelmente até o final da pista.
Dassault Rafale Marine
Ao lado do Chiron Sport está o Rafale Marine, o orgulho da aviação da Marinha Francesa. Depois que a França deixou o programa Eurofighter, a empresa francesa Dassault desenvolveu sua própria aeronave; um que foi intransigentemente adaptado às necessidades do exército francês. Isso inclui a habilidade de decolar em distâncias especialmente curtas. Isso é possível graças à sua construção de asa delta virtualmente sem cauda em um design de asa média com asas canard. É uma aeronave multifuncional leve, versátil, baseada em terra e porta-aviões.
O jato bimotor está a serviço das Forças Armadas francesas desde 2000. Tem um peso seco de 10,3 toneladas, um peso máximo de 24,5 toneladas e é usado para uma variedade de tarefas. Com seu comprimento de 15,5 metros e envergadura de 10,86 metros, o Rafale Marine – em configuração monolugar para a Marinha – pode atingir uma velocidade máxima de mais de 1,6 Mach ou cerca de 1.975 km / h. Mas o que realmente o diferencia é sua manobrabilidade. Ele pode decolar e pousar em porta-aviões como o Charles de Gaulle. Cerca de 200 aeronaves Rafale foram produzidas até o momento, 46 das quais são jatos Rafale Marine.